Перейти к содержимому

Por Que Existe Uma Fossa de 11 km no Oceano?

GeoNexo

0:00 / 0:00

Por Que Existe Uma Fossa de 11 km no Oceano?

115 просмотров · 2 недели назад
GeoNexo
4 подписчика
115 просмотров · 2 недели назад
A FOSSA DAS MARIANAS desce a quase 11 quilômetros abaixo da superfície do oceano. Se colocássemos o Monte Everest no ponto mais profundo, seu topo ainda ficaria coberto por aproximadamente dois quilômetros de água. Mas como a Terra conseguiu criar um abismo tão profundo? Neste vídeo, você vai entender como a tectônica de placas formou a Fossa das Marianas e por que a Placa do Pacífico está literalmente mergulhando para o interior do planeta. Vamos descer até o Challenger Deep, entender a subducção, a pressão superior a mil atmosferas, a escuridão absoluta e as formas de vida capazes de sobreviver em um dos ambientes mais extremos conhecidos. Também vamos conhecer a histórica descida do Trieste em 1960, descobrir como cientistas mapeiam regiões localizadas sob quilômetros de água e entender por que fossas, terremotos e vulcões aparecem conectados ao redor do Pacífico. MOMENTOS-CHAVE 00:00 Um abismo capaz de esconder o Everest 01:10 Onde fica a Fossa das Marianas 02:20 Como uma placa mergulha dentro da Terra 03:50 Como nasce uma fossa oceânica 05:15 O Challenger Deep 06:25 Mais de mil atmosferas de pressão 07:45 A primeira viagem humana ao fundo 09:15 Por que as Marianas são tão profundas? 10:40 A conexão entre fossas e vulcões 12:00 Terremotos revelam uma placa escondida 13:10 Existe vida a quase 11 km? 14:35 O que já encontramos nas profundezas 15:50 Como sabemos a profundidade do oceano 17:05 Por que tantas fossas ficam no Pacífico 18:10 A Terra está reciclando sua própria superfície Os tempos podem ser ajustados depois da edição final. LUGARES E ESTRUTURAS CITADOS Fossa das Marianas; Challenger Deep; Oceano Pacífico; Ilhas Marianas; Placa do Pacífico; sistema tectônico das Marianas; Anel de Fogo do Pacífico; Fossa de Tonga; Fossa de Kermadec; Fossa das Filipinas; Fossa do Japão; Fossa Peru-Chile. FONTES PARA CONSULTA NOAA Ocean Exploration — Fossa das Marianas, Challenger Deep e exploração do oceano profundo. USGS — tectônica de placas, zonas de subducção, terremotos e dinâmica das placas oceânicas. NOAA National Centers for Environmental Information — batimetria e mapeamento do fundo oceânico. Encyclopaedia Britannica — histórico do batiscafo Trieste e da descida de Jacques Piccard e Don Walsh em 1960. Publicações científicas sobre a zona hadal, ecossistemas de grandes profundidades, pressão extrema e levantamentos batimétricos do Challenger Deep. NOTA SOBRE OS NÚMEROS Os famosos “11 km” são uma aproximação. Diferentes levantamentos produzem pequenas diferenças na profundidade medida do Challenger Deep devido ao ponto analisado, método, condições da água e incertezas instrumentais. O valor geralmente fica próximo de 10,9 km abaixo do nível do mar. A comparação com o Everest também é aproximada: com seus cerca de 8,85 km de altitude, ele caberia dentro do Challenger Deep e ainda teria aproximadamente 2 km de água acima de seu cume. A pressão nas maiores profundidades da Fossa das Marianas ultrapassa mil vezes a pressão atmosférica encontrada ao nível do mar. A Fossa das Marianas também não é um “buraco” circular. Trata-se de uma enorme estrutura alongada associada à subducção, onde a antiga litosfera da Placa do Pacífico se curva e mergulha sob a placa superior. Se você gosta de ver o planeta explicado peça por peça, inscreva-se no canal. #FossaDasMarianas #Oceano #Geografia #Geologia #PlanetaTerra