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Não é "'FRESCURA" a EXPLICAÇÂO de quem não consegue pensar com Barulho.

Morgath99

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Não é "'FRESCURA" a EXPLICAÇÂO de quem não consegue pensar com Barulho.

5 просмотров · 5 дн. назад
Morgath99
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Por que algumas pessoas precisam de silêncio para pensar, enquanto outras parecem render melhor no meio do barulho? Neste documentário de psicologia, eu reuni estudos publicados em revistas científicas para explicar o que acontece na sua cabeça quando você procura silêncio para pensar, e também o que a ciência ainda não conseguiu responder. Tudo começa em 2014, com onze experimentos publicados na revista Science. Voluntários foram deixados sozinhos numa sala por até quinze minutos, sem celular e sem livro, só pensando, e a maioria não gostou. A partir dessa sala, o vídeo passa pelo silêncio para pensar escolhido e pelo imposto, pelo efeito da fala irrelevante na memória de trabalho, pela relação entre introversão e barulho, pela pesquisa sobre ruído moderado e criatividade e por um estudo que mostra por que ficar parado em silêncio nem sempre gera ideias. Se você já abaixou o volume do carro para decidir alguma coisa, pediu para desligar a televisão antes de responder uma pergunta séria ou sentiu que o barulho atrapalha a sua concentração mais do que atrapalha os outros, este vídeo sobre silêncio para pensar foi feito para você. Precisar de silêncio para pensar não é frescura, não é mau humor e não é falta de educação. Existem explicações possíveis, e nenhuma delas exige que você se rotule. Ao longo do vídeo você vai entender por que a fala dos outros disputa espaço com a sua voz interna, por que o silêncio para pensar costuma funcionar melhor em tarefas de ordem, planejamento e leitura densa, e por que tarefas criativas podem pedir um pouco de ruído ou uma atividade leve. Você também vai ver o que muda quando o silêncio para pensar é uma escolha sua, e não uma sala trancada, e o que os estudos dizem sobre a solitude e a mente em repouso. No final, você recebe três perguntas práticas para decidir quando pedir silêncio para pensar e uma frase pronta para pedir sem que ninguém ache que você ficou bravo. O silêncio para pensar vale para o trabalho, para os estudos e para a vida em casa. Este conteúdo tem caráter educativo e informativo, baseado em estudos de psicologia, e não substitui a orientação de um profissional. Se o vídeo ajudou, deixe o seu like, se inscreva no canal e conte nos comentários se o silêncio para pensar funciona para você ou se prefere ruído ou música. Compartilhe com aquela pessoa que vive pedindo cinco minutos de paz. O silêncio para pensar é um tema da psicologia do dia a dia, e aqui a gente explica com estudo de verdade, sem enrolação. Fontes de pesquisa Wilson, T. D. e colegas (2014). Just think: the challenges of the disengaged mind. Science, 345(6192), 75 a 77. Nguyen, T. T., Ryan, R. M. e Deci, E. L. (2018). Solitude as an approach to affective self regulation. Personality and Social Psychology Bulletin. Colle e Welsh (1976) e Salamé e Baddeley (1982), trabalhos originais sobre o efeito da fala irrelevante, descritos em artigo da revista Memory and Cognition. Dobbs, S., Furnham, A. e McClelland, A. (2011). Applied Cognitive Psychology, 25(2), 307 a 313. Aron, E. N. e Aron, A. (1997). Sensory processing sensitivity and its relation to introversion and emotionality. Journal of Personality and Social Psychology, 73(2), 345 a 368. Mehta, R., Zhu, R. e Cheema, A. (2012). Is noise always bad? Exploring the effects of ambient noise on creative cognition. Journal of Consumer Research, 39(4). Baird, B. e colegas (2012). Inspired by distraction: mind wandering facilitates creative incubation. Psychological Science. Killingsworth, M. A. e Gilbert, D. T. (2010). A wandering mind is an unhappy mind. Science. Immordino Yang, M. H. e colegas (2012). Rest is not idleness: implications of the brain's default mode for human development and education. Perspectives on Psychological Science. Bernardi e colegas (2006). Estudo sobre pausas de silêncio entre trechos de música. Heart, 92(4). Resumos e dados conferidos em PubMed, BPS Research Digest, Harvard Gazette, Universidade de Illinois e ScienceDaily.