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Habermas e a Teoria do Agir Comunicativo: razão comunicativa e direito | Clóvis de Barros Filho

Eduardo Koetz

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Habermas e a Teoria do Agir Comunicativo: razão comunicativa e direito | Clóvis de Barros Filho

336 просмотров · 2 недели назад
Eduardo Koetz
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Adorno concluiu que a razão moderna produziu Auschwitz. Habermas concordou com o diagnóstico e recusou a conclusão. Eu e Clóvis de Barros Filho explicamos nesse episódio como Habermas rompeu com Adorno e chegou a uma ideia que muda o fundamento de legitimidade do direito: uma lei só é legítima se puder ser justificada para quem ela obriga, dentro de um processo que todos os afetados poderiam reconhecer como justo. A razão não é um atributo interior do indivíduo, ela se produz no diálogo livre de coerção, onde o único argumento válido é o melhor argumento. 📚 ESTE VÍDEO FAZ PARTE DA SÉRIE "MARXISMO E O DIREITO COMO DOMINAÇÃO" A série completa está na playlist do canal. ⏱ CAPÍTULOS 00:00 Introdução — os marxistas que desistiram da revolução? 03:00 Habermas reage a Adorno — e a reação muda tudo 06:00 A razão se produz na intersubjetividade, não no indivíduo 09:00 Teoria do Agir Comunicativo — 1981 12:00 Razão instrumental vs. razão comunicativa — o pai e o filho 18:00 As quatro condições do discurso legítimo 24:00 A situação ideal de fala — o argumento que vencem é o melhor, não o do mais forte 30:00 A colonização do mundo da vida pelos sistemas 38:00 Legitimidade do direito pelo diálogo — o que isso muda na teoria jurídica 45:00 Habermas aos 95 anos — por que ele ainda não aceitou o pessimismo de Adorno 👤 QUEM SÃO Clóvis de Barros Filho — filósofo, professor e comunicador. Eduardo Koetz — advogado, empreendedor, fundador da ADVBOX e entusiasta de IA e filosofia aplicada à gestão jurídica. 🔗 SAIBA MAIS Instagram do Eduardo: @eduardokoetz Instagram do Clóvis: @clovisdebarros