Ela silenciou a escrava para esconder um crime terrível no cais!
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Ela silenciou a escrava para esconder um crime terrível no cais!
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Em 1852, dois anos depois de o Brasil proibir por lei a entrada de novos africanos escravizados, uma quitandeira chamada Feliciana teve as mãos escaldadas em água fervendo por ordem de sua senhora — por tocar um tambor que, escondido em meio às cantigas de venda, carregava um código secreto usado havia gerações.
O que Dona Epônina não sabia é que aquele "tambor de venda" fazia parte de uma rede de comunicação que avisava trabalhadores do cais sobre patrulhas e desembarques clandestinos — e que o marido dela, o comendador Ubaldino, estava profundamente envolvido no tráfico ilegal que a própria lei brasileira já tinha proibido.
⚓ Neste vídeo você vai descobrir: — Como funcionava o tráfico clandestino de pessoas depois da Lei Eusébio de Queirós, de 1850 — A tradição real dos "tambores falantes", usados como código de comunicação entre comunidades escravizadas — Como uma rede de trabalhadores do cais ajudou a expor um dos primeiros grandes casos de repressão ao tráfico ilegal no Rio de Janeiro — O que aconteceu com Feliciana depois de perder o uso das próprias mãos
Se você gosta de histórias reais sobre resistência, escravidão e os capítulos que o Brasil tentou esquecer, esse canal é para você.
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