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É assim que vive ÉDER. Foi um dos maiores jogadores brasileiros e vive uma vida MILIONÁRIA E LUXO

Lion Sports

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É assim que vive ÉDER. Foi um dos maiores jogadores brasileiros e vive uma vida MILIONÁRIA E LUXO

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#futebol #ederaleixo #fortuna #milionário CARREIRA. Revelado pelo América Mineiro ainda adolescente, Éder Aleixo começou sua jornada no futebol como ponta-esquerda, chamando atenção desde cedo pelo talento e, principalmente, pelo seu chute fortíssimo de perna esquerda — que mais tarde lhe renderia o apelido de "Bomba". Em 1977, Éder se transferiu para o Grêmio, onde conquistou dois Campeonatos Gaúchos. Mas foi em 1979 que sua carreira deu um salto, ao ser comprado pelo Atlético Mineiro — rival do time que o revelou. No Galo, ele viveu os anos mais marcantes de sua trajetória, com gols memoráveis, jogadas plásticas e cinco títulos do Campeonato Mineiro, além do prestigiado Torneio de Paris. Não à toa, foi convocado diversas vezes para a Seleção Brasileira e chegou a receber a Bola de Prata em 1983, como um dos melhores jogadores do Brasileirão. Ao longo da carreira, passou por clubes como Palmeiras, Santos, Botafogo, Sport, Atlético Paranaense, Cerro Porteño e até pelo futebol turco — mas sem o mesmo brilho. Mesmo com idas e vindas, voltou ao Atlético em várias ocasiões, construindo uma relação de amor com a torcida. Em 1993, já veterano, teve uma breve e surpreendente passagem pelo Cruzeiro, onde conquistou sua única Copa do Brasil. Mesmo perto dos 40 anos, Éder não queria parar. Ainda vestiu camisas de times como União São João, Gama e até Montes Claros, encerrando sua longa carreira em 1997, aos 39 anos, sempre levando consigo o respeito e o temor dos adversários por causa de sua famosa bomba de canhota. Após pendurar as chuteiras, ele se manteve no mundo do futebol. Trabalhou como comentarista na Globo Minas, fundou escolinhas de futebol e atuou como diretor do Atlético até 2004. Um verdadeiro ícone do futebol mineiro e brasileiro. SELEÇÃO BRASILEIRA. Quando o assunto é Seleção Brasileira, Éder Aleixo tem história. Entre 1979 e 1986, o ponta-esquerda conhecido como “Canhão” defendeu a camisa amarelinha em 52 partidas — sendo cinco delas não oficiais. Convocado por Telê Santana, Éder brilhou na lendária Copa do Mundo de 1982, na Espanha. Logo na estreia, diante da forte União Soviética, ele protagonizou um dos gols mais marcantes daquela geração. Aos 43 minutos do segundo tempo, após uma jogada genial de Falcão, que deixou a bola passar entre as pernas, Éder soltou a bomba com seu pé esquerdo — um verdadeiro míssil de 25 metros. O goleiro soviético, Rinat Dasayev, nem se mexeu. Era o poder da perna esquerda que o Brasil aprendeu a admirar. Mas nem tudo foi brilho. Ainda naquela Copa, Éder se viu envolvido numa polêmica. Alguns alegaram que o jogador estaria sendo pago para comemorar seus gols diante de uma placa publicitária específica. Isso teria influenciado até sua forma de jogar, preferindo arriscar finalizações em vez de passar a bola para companheiros em melhor posição — tudo pela grana. Mesmo assim, sua vaga na Copa de 1986 parecia certa. O técnico Evaristo de Macedo apostava nele como titular. Mas o destino deu outra guinada. Em um amistoso contra o Peru, em abril, Éder perdeu a cabeça. Após uma confusão em campo, acertou um soco no rosto do lateral peruano Castro e foi expulso pelo árbitro Arnaldo Cezar Coelho. Foi o fim. Nunca mais vestiria a camisa da Seleção Brasileira.