Перейти к содержимому

Por que a humanidade levou 300.000 anos para progredir (até 10.000 anos atrás)

Diário Nada Normal

0:00 / 0:00

Por que a humanidade levou 300.000 anos para progredir (até 10.000 anos atrás)

51 220 просмотров · 2 дня назад
Diário Nada Normal
26,9 тыс. подписчиков
51 220 просмотров · 2 дня назад
Se o cérebro humano já era biologica e anatomicamente idêntico ao nosso há 300 mil anos — como provam os fósseis de Jebel Irhoud, por que levamos mais de 290 mil anos vivendo praticamente do mesmo jeito, e menos de 10 mil anos para construir tudo o que chamamos de civilização? Também exploramos o papel das redes sociais ancestrais através do estudo de Joseph Henrich sobre a perda de tecnologia na Tasmânia isolada, o Número de Dunbar e a criação do primeiro "andaime social" urbano em Göbekli Tepe e Uruk. Por fim, refletimos sobre o desencontro evolutivo (mismatch) da mente humana: por que um cérebro moldado para pequenas aldeias e ritmos concretos sente tanto isolamento e ansiedade na era da hiperconexão digital? 📚 Pesquisas e Leituras Científicas Citadas: Jean-Jacques Hublin et al. (2017) – New fossils from Jebel Irhoud, Morocco and the pan-African origin of Homo sapiens (Nature) Sally McBrearty & Alison Brooks (2000) – The revolution that wasn't: a new interpretation of the origin of modern human behavior (Journal of Human Evolution) Peter Richerson, Robert Boyd & Robert Bettinger (2001) – Was Agriculture Impossible During the Pleistocene but Mandatory During the Holocene? (American Antiquity) Joseph Henrich (2004) – Demography and Cultural Evolution: How Tasmania Lost its Tools (American Antiquity) Robin Dunbar (1992) – Neocortex size as a constraint on group size in primates Michael Tomasello – The Cultural Origins of Human Cognition (Efeito Catraca / Ratchet Effect) Eldar Shafir & Sendhil Mullainathan (2013) – Scarcity: Why Having Too Little Means So Much 💬 Para reflex