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Augusto Calheiros - "Adda" , de Mário Ramos e Salvador J. de Morais (1956)

Roberto Filho

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Augusto Calheiros - "Adda" , de Mário Ramos e Salvador J. de Morais (1956)

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Roberto Filho
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Augusto Calheiros morreu aos 64 anos em 11/01/1956 e não lançou nenhum LP. Sua discografia oficial está contida só em 78 RPM´s. No ano de seu falecimento, a gravadora no qual ele era contratado - a Odeon lançou este álbum com os seus maiores sucessos na gravadora. Adda foi sua última gravação. E está incluso no áudio que serviu de base para esse disco "A patativa do Norte". Na contracapa trazia-se a biografia do cantor. Adda, meu doce amor Adda, meu terno afeto Tu tens a fragrância, o esplendor O perfume da flor Do meu sonho dileto Adda, meu ideal Ó minha inspiração Tu és o meu casto fanal Que palpita afinal Sempre em meu coração Quando vi teu perfil Quando vi teu olhar Eu te achei tão gentil Linda, casta, infantil, Como a luz do luar. Desde logo eu te amei Desde logo eu te quis Foi o que eu adorei desde que acho e que sei Que quem ama, é feliz Ó Adda, meu coração tu tens risonho Pois só penso em ti Desde o dia em que te vi Resplender o teu ser E sorrir ao meu sonho Ó Adda, como é sereno o teu olhar É o santo elixir Do meu doce porvir Meiga luz, que me pus à adorar.