Por Que Ninguém Comemorava Aniversário na Idade Média? (Mas a Lei Cobrava a Idade)
Entre Damas e Castelos
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Por Que Ninguém Comemorava Aniversário na Idade Média? (Mas a Lei Cobrava a Idade)
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Entre Damas e Castelos
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Por Que Ninguém Comemorava Aniversário na Idade Média?
Por que ninguém comemorava aniversário na Idade Média? A maioria das pessoas nem sabia em que dia tinha nascido. Não existia certidão, nem calendário em casa, e a Igreja festejava o dia em que os santos morriam, não o dia em que nasceram. Mesmo assim, a lei vivia perguntando a idade de todo mundo, e um menino de 12 anos já fazia juramento como homem.
Neste vídeo, acompanhe a família de Alice e Tomás num dia de corte em 1351, quando a idade do velho Hugo pode decidir se ele fica livre ou se é obrigado a trabalhar. Descubra por que os primeiros cristãos desconfiavam das festas de aniversário, como as pessoas contavam o tempo pelos santos, por que o ano inglês começava em março, como se provava a idade sem documento e quando o aniversário, como conhecemos hoje, finalmente apareceu.
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⏱️ CAPÍTULOS
00:00 Quantos anos você tem?
02:30 Um convite de aniversário romano
04:02 Por que os cristãos desconfiavam do aniversário
05:11 O dia em que os santos morriam
06:22 Uma vida sem calendário na parede
07:50 O ano que começava em março
09:15 Nenhum registro de nascimento
09:49 Como as famílias lembravam do nascimento
11:21 Como se provava a idade sem certidão
14:38 Livros de orações e astrologia
16:22 A lei que vivia perguntando a idade
16:54 Adulto aos 12
18:05 A lei dos 60 anos
19:04 Os impostos e as pessoas que sumiram
20:44 O destino pelo dia da semana
21:24 Por que ninguém comemorava aniversário?
23:36 Quando o aniversário voltou
24:48 O destino de Hugo
25:47 A fogueira de São João
📜 FONTES E REFERÊNCIAS
Alan K. Bowman e J. David Thomas, The Vindolanda Writing-Tablets: Tabulae Vindolandenses II (British Museum Press, 1994)
Ronald E. Heine (trad.), The Commentary of Origen on the Gospel of St Matthew (Oxford University Press, 2018)
Bonnie Blackburn e Leofranc Holford-Strevens, The Oxford Companion to the Year (Oxford University Press, 1999)
C. R. Cheney e Michael Jones, A Handbook of Dates for Students of British History (Cambridge University Press, 2000)
Nicholas Orme, Medieval Children (Yale University Press, 2001)
Eamon Duffy, The Stripping of the Altars: Traditional Religion in England, 1400–1580 (Yale University Press, 1992)
Ronald Hutton, The Stations of the Sun: A History of the Ritual Year in Britain (Oxford University Press, 1996)
Michael Hicks (org.), The Later Medieval Inquisitions Post Mortem: Mapping the Medieval Countryside and Rural Society (Boydell Press, 2016)
Sue Sheridan Walker, "Proof of Age of Feudal Heirs in Medieval England", Mediaeval Studies, vol. 35 (1973)
Joel T. Rosenthal, Telling Tales: Sources and Narration in Late Medieval England (Pennsylvania State University Press, 2003)
William Alfred Morris, The Frankpledge System (Longmans, Green, 1910)
Bertha Haven Putnam, The Enforcement of the Statutes of Labourers during the First Decade after the Black Death, 1349–1359 (Columbia University Press, 1908)
Carolyn C. Fenwick (org.), The Poll Taxes of 1377, 1379 and 1381 (British Academy / Oxford University Press, 1998–2005)
R. B. Dobson (org.), The Peasants' Revolt of 1381 (Macmillan, 1970)
László Sándor Chardonnens, Anglo-Saxon Prognostics, 900–1100: Study and Texts (Brill, 2007)
Carlos Steel, Steven Vanden Broecke, David Juste e Shlomo Sela (orgs.), The Astrological Autobiography of a Medieval Philosopher: Henry Bate's Nativitas (1280–81) (Leuven University Press, 2018)
🤖 As imagens e a narração deste vídeo foram criadas com inteligência artificial. As cenas são recriações ilustrativas da época. Alice, Tomás e sua família são personagens fictícios, criados para ilustrar fatos históricos documentados.
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