História da Cultura Persa - Dinastia Safávida (1501 - 1736)
Эмилиано Унзер
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História da Cultura Persa - Dinastia Safávida (1501 - 1736)
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Эмилиано Унзер
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Capa - "Caixão do Imã Ali", Ali é retratado com um halo flamejante que era uma técnica da arte
zoroastriana preexistente no Irã. Parte do Falnama (“Livro dos Presságios”) comissionado pelo xã
Tahmasp, meados do século 16
Slide - A arte persa sob os Safávidas. Reinados de Ismail I (r. 1501 – 24), Tahmasp (r. 1524 – 76) e Ismail II (r. 76 – 77), auge da produção cultural. Na imagem, pintura atribuída a Sultan Muhammad, “O Tribunal de Kayumars” (Tabriz, Irã), c. 1524–1525, da obra Shahnameh, c. 1524–35.
Slide - Segundo período cultural dos safávidas, a partir de Abbas I (r. 1588 – 1629), concentrou a cultura em Isfahan, esplendorosa capital persa. Na imagem, parte da Praça Naqsh-e Jahan em Isfahan, séc. 16.
Slide - Detalhe das muqarnas na semi cúpula (iwan) da Mesquita Sheik Lotfallah, de Isfahan.
Slide – origens da arte safávida: síntese dos timúridas e turcomanos. Na arte timúrida, parte da obra do Jardim de Rosas dos Piedosos de Jāmī, 1553.
Slide – A consolidação da arte safávida e suas influências além do Irã.
Na imagem, arte mogol da Índia, onde muitos artistas iranianos migraram. Timur, antecedente dos mogóis na Índia, Timur entrega a coroa a Babur na presença de Humayun, por Govardhan, c. 1628.
Slide - Arte e religião safávida. A arte figurativa desponta, ampliando a expressão da arte iraniana islâmica. Na arte, Dust Mohammad (? - 1564), de Herat, herdeiro de Behzad; e o artista e calígrafo, Sadeqi Beg (1533 - 1610).
Essas artes adornam a rica tradição da literatura persa vindas desde poetas como Nizami Ganjavi (1141 - 1209) e Jami (1414 - 92).
Na imagem, obra de Sadeqi Beg, Aulat Amarrado a uma Ávore, depois de ter ajudado Rostam no épico Shanahmeh.
Slide - Muhammad durante o Isra e Mi'raj - do Khamsa de Nizami, 1494.
Parte da arte foi atribuída a Behzad e Dust Muhammad. Uma obra prima da arte iraniana timúrida e safávida.
Slide - A base estética da arte safávida. Obra de caligrafia de Mir Ali (séc. 17).
Slide - Cânone dos artistas safávidas. Sadeqi Beg. “Zal resgatado por Simurgh”. Miniatura do Shahnameh, obra de Sadeqi Beg, comissionado por Abbas I.
Slide - As ilustrações safávidas sob Ismail I. A arte persa em seu esplendor nas ilustrações da obra Khamsa, de Nizami, c. 1481, iniciada por Aq Qoyunlus em Tabriz.
Slide – Sob Tahmasp, o mestre artista de Herat, Behzad, foi nomeado diretor da biblioteca real em 1522.
Uma arte atribuída a Behzad, “Sad’i e a Juventude de Kashgar”, da obra “Gulistan” de Sa'di, Herat, 1486.
Slide – O generoso patrocínio de Thamasp para a épica obra, o Shanamrh, com 759 páginas e 258 pinturas, uma das obras primas da arte persa.
Na imagem da obra, o músico Barbad se esconde atrás de uma árvore.
Slide – O patrocínio das grandes obras persas por Tahmasp. Além do Shahnameh, o Khamsa de Nizami Ganjavi, escrito por um dos maiores calígrafos safávidas, Shah Mahmud Nishapuri, o “Caneta de Ouro” (Zarrim Qalam).
Slide - A fabricação de manuscritos, pinturas e caligrafia. Os álbuns (moraqqa) e a arte de Sha Mahmud Nishapuri (? - 1564 ou 65). Página com caligrafia nastaliq, e retrato de um jovem persa cheirando uma flor.
Slide – Os tapetes persas de Ardabil sob Thamasp foram consolidados.
Slide – A ascensão de artistas sob sobrinho de Tahmasp, Ibrahum Mirza (1540 - 1577). Na figura, arte de Mirza Ali da obra “Haft Awrang” (1556 – 65), de Jami.
Slide - Após Tahmasp, declínio das artes persas sob Ismail II e Kodabanda (1577 – 87). Na imagem , obra do gênio da arquitetura e artes persa, Sadiqi Beg (1533 – 1601), que vageou pelo império procurando patrocínio.
Slide -A arte sob Shah Abbas, um dos patronos mais enérgicos da história iraniana. Enquanto o principal interesse de Ṭahmasp era a arte do livro precioso, o patrocínio de Abbas se estendeu a muitas áreas - arquitetura, livros preciosos, páginas únicas de pintura e caligrafia, cerâmica, têxteis, tapetes e metais. “Recitando Poesia no Jardim”, azulejos pintados, primeiro quarto do século 17.
Slide - Artista e mecenas. Nas imagens, miniaturas e cerâmicas (uma kendi), incentivadas pelo governo para receitas do Estado.
Slide - O Shanameh de Abbas. Influências de Herat.
Slide -Arquitetura safávida e o Renascimento Timúrida, O Masjid-e Shah em Isfahan.
Slide – As cerâmicas kubachi, e a Escola Isafahan. Graciosidade e dandismo.
Slide – Na metalurgia, formas mais atenuadas, simplicidade. Nos têxteis, profusão de inscrições místicas e motivos florais.
Slide - Após Shah Abbas, artes sob Abbas II podem ser considerados destacáveis. Destaque para obras arquitetônicas e obras de Reza Safi, M. Qasem e M. Yusof.
Na imagem, a Ponte Khaju, Isfahan, construída à época.
Em 1614 Shah Abbas encomendou um segundo Shanameh, que é em muitos aspectos baseados no estilo da corte de Baysongor de Herat.
Slide - O sucessor de Abbas II, Suleiman (r. 1666-94). Desse período, aparece as obras de Mosavver (c. 1610/5 - 93), cuja arte dele aparece ao lado. Do Shahnameh, em que Rostam mata Suhrab.