Exacerbação de asma grave: 4 fármacos essenciais no atendimento inicial
Médico na Prática
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Exacerbação de asma grave: 4 fármacos essenciais no atendimento inicial
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Colega médico, se você atua em emergências ou quer atuar, essa é a oportunidade para atualizar seus conhecimentos e atender as Emergências com mais segurança em 2026!
Na Jornada da Atualização Médica, eu vou direto ao ponto com o que realmente impacta sua conduta na prática:
Aula 1: IAM com Supra de ST — protocolo atualizado 2026
Aula 2: TEP (Tromboembolismo Pulmonar) — protocolo atualizado 2026
Aula 3: Manejo de droga vasoativa (DVA) na prática
Aula 4: Aplicação prática: decisão clínica no paciente real
Durante a jornada, você vai dominar:
• Atualizações críticas que já mudaram condutas
• Raciocínio clínico aplicado ao paciente do plantão
• Erros que ainda acontecem — e como evitá-los
• O que mudou nas diretrizes e exige ajuste imediato
Sem teoria desnecessária. Sem enrolação.
É prática. É decisão. É responsabilidade no plantão.
Se você é médico, residente ou interno, isso não é opcional é atualização obrigatória.
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. Asma é a doença respiratória crônica mais prevalente e uma das principais causas de procura no pronto atendimento. Neste vídeo, você verá um protocolo prático para conduzir a exacerbação grave de asma na primeira hora, com foco nos quatro medicamentos que não podem faltar para reduzir internações, intubação e complicações.
O QUE VOCÊ VAI APRENDER?
✔ Algoritmo da primeira hora: sequência e tempo entre as intervenções.
✔ Beta-2 agonista de curta duração: salbutamol ou fenoterol, 4 a 10 puffs com espaçador, repetir a cada 20 minutos por 3 ciclos.
✔ antimuscarínico de curta duração: ipratrópio em puffs ou nebulização, 40 gotas em 3 ml de SF, 3 vezes na primeira hora.
✔ Corticoide sistêmico: preferência por via oral (prednisona ou prednisolona 40 a 60 mg); alternativa EV com hidrocortisona 200 mg em SF 100 ml, infusão em 10 minutos.
✔ Sulfato de magnésio EV: 2 g em 100 ml de SF, infundidos em 20 minutos, para crise refratária.
✔ Dispositivos e combinações: quando usar associação fenoterol mais ipratrópio.
✔ Metas e reavaliação: frequência respiratória, uso de musculatura acessória, SpO2, pico de fluxo e critérios de falha.
✔ Conduta após estabilização: observação até 24–48 h e critérios de internação.
✔ Prescrição de alta: corticoide inalatório e broncodilatador de resgate ou formoterol de ação rápida.
✔ O que discutir com a equipe: papel atual de aminofilina e adrenalina na crise.
✔ Checklist rápido: oxigenação, broncodilatação, antimuscarínico, corticoide, magnésio, reavaliação e plano de alta.
➡️ Se este passo a passo ajuda seu plantão, inscreva-se no canal, ative o sininho e compartilhe com colegas. Comente abaixo quais esquemas e dispositivos estão disponíveis no seu serviço e sua experiência com sulfato de magnésio na crise grave.
⚠️ Conteúdo destinado a médicos e estudantes de medicina. Não utilize estas informações para automedicação. Cada caso requer avaliação clínica individualizada.
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