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Por que o ressentimento nos paralisa?

Sabor Psicologia

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Por que o ressentimento nos paralisa?

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Sabor Psicologia
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Neste episódio de Sabor Psicologia, exploramos a psicologia do ressentimento a partir das ideias de Friedrich Nietzsche, Max Scheler, Dostoiévski e Maria Rita Kehl. Partimos de uma pergunta central: por que algumas mágoas passam, enquanto outras permanecem conosco por anos, sendo repetidamente revividas e transformadas em ressentimento? Para Max Scheler, o ressentimento não é simplesmente raiva, rancor ou mágoa. Ele surge quando sentimentos como inveja, ódio e desejo de vingança não encontram uma saída e são acompanhados por uma experiência de impotência para agir. O afeto permanece, retorna e se sedimenta, podendo até modificar a maneira como percebemos aquilo que valorizamos. O episódio também aproxima essa dinâmica da fábula A Raposa e as Uvas, de Esopo, e de Memórias do Subsolo, de Dostoiévski. No homem do subsolo, encontramos vários elementos do sujeito ressentido: humilhação, ruminação, desejo de vingança, orgulho ferido e uma consciência que, em vez de produzir liberdade, termina por paralisar a ação. Por fim, discutimos como o ressentimento pode nos manter presos à posição de vítima e ao passado. Sair do ressentimento não significa simplesmente “perdoar e esquecer”, mas recuperar nossa capacidade de agir e assumir responsabilidade pelo que fazemos, no presente, com aquilo que nos aconteceu. Episódio 8: Por que o ressentimento nos paralisa? ☕ Inscreva-se no Sabor Psicologia para acompanhar novos episódios sobre psicologia, comportamento humano, psicanálise, filosofia e autoconhecimento. Novos episódios todas as quartas, às 19h. #Psicologia #Ressentimento #Nietzsche #MaxScheler #Psicanálise #SaborPsicologia