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O Almirante Negro Que o Brasil Tentou Esquecer

brasilemcapitulos

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O Almirante Negro Que o Brasil Tentou Esquecer

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Em 1910, um marinheiro negro comandou quatro navios de guerra apontados para o Rio de Janeiro e exigiu o fim da chibata na Marinha. Conseguiu — e foi preso, internado e quase apagado da história mesmo assim. A Revolta da Chibata colocou marinheiros, na maioria negros e pardos, contra uma Marinha de oficiais quase todos brancos. Este vídeo conta a revolta liderada por João Cândido Felisberto, a anistia que durou dois dias, a prisão na Ilha das Cobras e o que ele fez com as próprias mãos enquanto esperava um julgamento que não chegava. 00:00 A toalha 00:47 O filho de Inácia e João 01:45 A chibata 02:35 Newcastle 03:39 A noite de 22 de novembro 04:53 Quatro dias 05:56 A promessa 06:50 A noite de Natal 07:47 O hospício 08:44 Os bordados 10:18 O que ficou Inscreva-se para os próximos capítulos da história do Brasil contados pelas perspectivas que a escola deixou de fora. Fontes Álvaro Pereira do Nascimento, "João Cândido, Mestre Sala dos Mares: trabalho e cotidiano na vida marítima dos marinheiros da Belle Époque", Almanack nº 21, 2019 (SciELO/Unifesp). Silvia Capanema P. de Almeida, "From Seaman João Cândido to the Black Admiral", Revista Brasileira de História v.31 n.61, 2011 (SciELO). José Murilo de Carvalho, "Pontos e Bordados: Escritos de História e Política", Editora UFMG, 1998. Edmar Morel, "A Revolta da Chibata", 1959. Revista Pesquisa FAPESP, "O almirante negro e seu encouraçado prateado". Agência Senado, "Em 1910, marujos denunciaram chibata na Marinha e racismo no Brasil pós-Abolição". Imagens: fotografias, jornais e documentos de domínio público (acervos do Wikimedia Commons, entre eles Arquivo Nacional e Newcastle Libraries). Os bordados de João Cândido aparecem no vídeo como recriação tipográfica, feita a partir das descrições dos historiadores; as peças originais estão no Museu Municipal Thomé Portes del-Rei, em São João del-Rei (MG). #RevoltaDaChibata #HistoriaDoBrasil #JoaoCandido