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RANGO "No Deserto"

Ghost33

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RANGO "No Deserto"

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Ghost33
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RANGO "NO DESERTO" No deserto ninguém sabe o que vai encontrar, Mas quando a poeira sobe... pode o Rango chegar! Um camaleão perdido, sem saber seu lugar, Até virar lenda no deserto, pronto pra lutar! Verso Nasci sem nome, sem rumo, sem direção, Vivendo de improviso, seguindo a intuição, Um acidente na estrada mudou meu caminhar, Caí no meio do nada, sem saber onde parar. Cheguei numa cidade onde a água é poder, E quem manda no povo só pensa em vencer, Me chamaram de xerife, eu nem sabia o que fazer, Mas vesti essa coragem e comecei a proteger. Sou Rango, o estranho, difícil de entender, Mudo minha aparência, mas não mudo meu querer, Entre histórias inventadas e a vontade de vencer, Fui criando minha lenda sem nem perceber. Pré-Refrão No calor do deserto, a cidade a esperar, Uma gota de esperança pra poder continuar, Se a verdade é uma bala pronta pra disparar, Então segura essa história... que eu vim pra contar! Refrão Olha o caminhar do elemento É o passo bem lento, vai fechando o tempo Canhão na cintura Disposição pra tombar duas viatura Poeira City é uma mistura Morando no deserto E mesmo assim a vida é dura Tá geral suave, do nada o clima muda Vai passar na frente, a bala te costura. Verso Conheci a Feijão, dona de um olhar feroz, E no meio desse caos encontrei minha própria voz, O prefeito escondia aquilo que ninguém podia ver, Controlava toda a água pra cidade obedecer. Mas quanto mais eu cavava, mais fundo eu encontrava, Uma mentira gigante que a cidade sustentava, Vi o medo nos olhos de quem só queria viver, Então percebi que ser herói é escolher proteger. A estrada me ensinou que coragem não é não temer, É sentir o medo inteiro e mesmo assim permanecer, Eu não era um xerife, nem sabia atirar, Mas quando chegou a hora, eu fiquei pra lutar. Ponte Eu inventei mil histórias pra parecer alguém, Mas no fim dessa jornada eu descobri quem sou também. Não é o nome, nem a fama, nem o que vão falar, É aquilo que você faz quando ninguém vai te salvar. Verso 3 Então chama o pistoleiro, deixa o sino tocar, O deserto fica em silêncio quando eu começo a avançar, O vilão pensa que manda, que ninguém vai reagir, Mas hoje a verdade veio e não vai mais fugir! Do medo pra coragem, da mentira pra razão, Um camaleão perdido virou dono da missão, Se quer testar meu limite, pode vir sem hesitar, Porque eu já atravessei o deserto e não vou mais voltar! Refrão Olha o caminhar do elemento É o passo bem lento, vai fechando o tempo Canhão na cintura Disposição pra tombar duas viatura Poeira City é uma mistura Morando no deserto E mesmo assim a vida é dura Tá geral suave, do nada o clima muda Vai passar na frente, a bala te costura. Final De um camaleão sem nome... Nasceu uma lenda. No meio do deserto... Rango!