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Mobilização Articular do Ombro Capsulite Adesiva MAITLAND Clínica de Fisioterapia Dr. Robson Sitta

Dr. Robson Sitta

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Mobilização Articular do Ombro Capsulite Adesiva MAITLAND Clínica de Fisioterapia Dr. Robson Sitta

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▼CLÍNICA de FISIOTERAPIA DR. ROBSON SITTA (11)2528.4661 Ligue e agende sua consulta Rua Coriolano 1480 - Vila Romana (Lapa), SP FAÇA PARTE DAS MINHAS REDES SOCIAIS: ▼ INSCREVA-SE no YOUTUBE: https://www.youtube.com/channel/UCb7a... ▼ Visite SITE OFICIAL: www.fisiositta.com.br ▼ CURTA no FACEBOOK: https://www.facebook.com/fisiositta?f... ▼ ADICIONE no LINKEDIN:   / robson-sit.  . ▼ SIGA no INSTAGRAM:   / robson.sitta   FISIOTERAPIA ESPECIALIZADA em ORTOPEDIA & TERAPIA MANUAL CAPSULITE ADESIVA (OMBRO CONGELADO) – SINTOMAS E TRATAMENTO A capsulite adesiva, conhecida popularmente como “ombro congelado”, é um quadro que se caracteriza por limitação dos movimentos e intensa dor no ombro, que pode durar de vários meses até anos. A capsulite adesiva é provocada por uma inflamação da cápsula que reveste a articulação do ombro. O ombro congelado é um problema relativamente comum, acometendo cerca de 3 a 5% da população geral. A doença torna-se mais frequente a partir dos 55 anos, sendo rara antes dos 40 anos de idade. As mulheres são mais acometidas que os homens. Estudos mostram que o ombro do braço não dominante é ligeiramente mais susceptível à capsulite adesiva; portanto, canhotos têm mais risco de lesão no ombro direito e destros têm mais chances de ter capsulite no ombro esquerdo. Independentemente de qual ombro foi acometido primeiro, em cerca de 10% dos pacientes, o ombro contralateral também torna-se doente dentro de um intervalo de 5 anos. O que é a capsulite adesiva O ombro é uma articulação formada por 3 ossos: o úmero (osso do braço), a clavícula e a espátula (também conhecida como omoplata). A articulação do ombro é envolvida pela cápsula articular do ombro, que é uma membrana que ao mesmo tempo cria estabilidade e permite a livre movimentação da articulação. A capsulite adesiva é uma doença que provoca inflamação, fibrose, espessamento e rigidez da cápsula articular, levando à dor e à impotência funcional do ombro. A capsula, que normalmente é um tecido elástico, torna-se rígida e bastante dolorosa. Causas da capsulite adesiva A capsulite adesiva pode estar relacionada a traumas do ombro ou a doenças sistêmicas, que nada têm a ver a articulação do ombro, tais como diabetes, hipotireoidismo ou doenças cardiovasculares. O ombro congelado também pode ser uma doença idiopática, isto é, um problema que surge sem que possamos identificar uma causa clara. Não sabemos exatamente qual é o mecanismo fisiopatológico que leva à formação da capsulite adesiva, mas alguns fatores de risco já estão bem estabelecidos. São eles: Idade acima de 50 anos. Traumas na região do ombro. Imobilização prolongada do braço. Cirurgias Diabetes mellitus Hipotireoidismo Hipertireoidismo Doenças autoimunes Doença de Parkinson AVC Doenças cardiovasculares Sintomas da capsulite adesiva Os dois principais sintomas do ombro congelado são a dor e a incapacidade funcional, que é a dificuldade de fazer os movimento habituais do ombro. A capsulite adesiva habitualmente se desenvolve em três fases: 1- Fase dolorosa ou inflamatória → o quadro de capsulite adesiva inicia-se com progressiva dor ao movimento, que torna-se muito intensa e causa também gradual perda da capacidade de mover o ombro. Os sintomas agravam-se ao longo de semanas e costumam ser piores à noite. Ao contrario da bursite e da tendinite, cuja dor estão associadas a determinados movimentos do ombro, a dor da capsulite surge com qualquer tipo de movimento. Essa fase dura de 2 a 9 meses. 2- Fase de congelamento ou rigidez → Após meses de agonia, a dor começa a reduzir. Por outro lado, a rigidez do ombro torna-se mais intensa, impedindo a sua mobilidade. Nesta fase, que dura de 4 a 12 meses, a incapacidade funcional não está diretamente ligada à dor, o paciente simplesmente não consegue mover o ombro como antigamente porque ele encontra-se rígido ou “congelado”. Levantar o braço, coçar as costas, vestir um casaco ou fechar o sutiã podem se tornar tarefas impossíveis. Nesta fase, a dor só costuma surgir quando o paciente tenta mover o ombro para além do possível. 3- Fase de recuperação ou descongelamento → após mais de 1 ano de dor e incapacidade funcional, o ombro começa a “descongelar”. O paciente vai, aos poucos, retomando a capacidade de mover os ombros de forma ampla e a dor desaparece completamente. Essa fase pode demorar de 5 a 24 meses para ficar completa. O tempo de evolução da doença varia de caso a caso, mas é muito comum que o ombro congelado atrapalhe as atividades normais da vida do paciente por pelo menos 2 anos. Alguns pacientes podem ficar com sequelas, perdendo de forma definitiva cerca de 15% da mobilidade do ombro.