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SIBA SIBA, CISTAC, MACHAVA E NHAVOTSO FORAM ASSASSINADOS E OS AUTORES DOS CRIMES CONTINUAM NO SEGR

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SIBA SIBA, CISTAC, MACHAVA E NHAVOTSO FORAM ASSASSINADOS E OS AUTORES DOS CRIMES CONTINUAM NO SEGR

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SIBA SIBA, CISTAC, MACHAVA E NHAVOTSO FORAM ASSASSINADOS E OS AUTORES DOS CRIMES CONTINUAM NO SEGREDO DOS DEUSES A TV Sucesso recorda, na presente reportagem, os casos de figuras emblemáticas assassinadas em Moçambique, cujos autores continuam por identificar e cujas mortes permanecem sem esclarecimento público por parte das autoridades policiais, nomeadamente da Polícia da República de Moçambique (PRM). Era mais um dia na cidade de Maputo, a 11 de Agosto de 2001, quando Siba Siba Macuácua, recém-nomeado presidente do Banco Austral, foi encontrado morto. Na altura, o responsável procurava investigar as contas da instituição bancária, onde, alegadamente, figuras influentes, entre políticos e empresários, acumulavam elevadas dívidas. O tempo passou e, até hoje, o caso continua sem que os responsáveis pelo crime sejam conhecidos publicamente. Na mesma senda de assassinatos por esclarecer, o juiz do Tribunal Judicial de Maputo, Dinis Nhavotso, foi morto a tiro na manhã de 8 de Maio de 2014. No dia do crime, a vítima encontrava-se sozinha na sua viatura, parada num semáforo, quando foi alvejada com cerca de 22 tiros à queima-roupa. Os disparos foram tão intensos que algumas balas atingiram residências nas proximidades. Nhavotso foi assassinado numa altura em que trabalhava em processos relacionados com raptos. Doze anos depois, o caso continua sem esclarecimento público quanto à identificação dos autores. Um ano depois, outra vítima foi o jornalista moçambicano Paulo Machava, editor do jornal electrónico Diário de Notícias. O jornalista foi morto a tiro por homens fortemente armados, quando caminhava pela Avenida Vladimir Lenine, por volta das 06h00 do dia 28 de Agosto de 2015. Na altura, surgiram suspeitas de que o crime poderia estar relacionado com um alegado ajuste de contas, devido ao seu suposto apoio a jornalistas processados num caso de difamação contra Filipe Nyusi, no contexto de uma alegada violação da Lei da Amnistia de 2014. Machava já havia trabalhado no jornal Savana e na Rádio Moçambique. Passados 11 anos, os autores do seu assassinato continuam por identificar publicamente. Outra figura assassinada a tiro foi o advogado Gil Cistac, baleado a 3 de Março de 2015, quando saía de uma pastelaria. O jurista acabou por morrer no Hospital Central de Maputo, depois de ter sido alvejado por quatro homens. Até hoje, os autores do crime continuam por identificar publicamente. Sobre a morte de Cistac, surgiram suspeitas de que o advogado poderia ter sido alvo do crime devido às suas posições jurídicas, consideradas incómodas para o partido no poder. O jurista havia defendido teses que sustentavam os argumentos da RENAMO sobre a criação de províncias autónomas. Contudo, os responsáveis pelo seu assassinato continuam por identificar publicamente. Quem matou Siba Siba Macuácua, Paulo Machava, Dinis Nhavotso e Gil Cistac? Por que razão, passados tantos anos, persistem dúvidas e questões por esclarecer sobre estas mortes? #TVSucessoDoPovo #1NaInformação #JornalPrincipal #TVSucesso2026