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O Futuro da Comunicação e dos meios de comunicação

Fabio Weber

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O Futuro da Comunicação e dos meios de comunicação

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Fabio Weber
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Hoje vamos falar sobre os meios de comunicação dentro de um meio de comunicação. O ser humano tenta criar meios de comunicação desde a pré-história com pinturas em cavernas. Porém, tirando esse fato, os meios de comunicação que conhecemos tem uma origem um pouco mais recente, no século 14 através de pergaminhos então surgiu a imprensa, depois esses pergaminhos se transformaram em jornal, quando em 1605 surgiu o primeiro jornal da história. E por muitos anos foi, o principal e praticamente único meio de comunicação era o jornal. Até que em meados de 1800 com o progresso na engenharia elétrica possibilitou que Samuel Morse em 1843 criasse o primeiro telégrafo que deixou famoso o seu código morse como meio de comunicação. Considerado a grande revolução dos meios de comunicação sendo um dos primeiros sistemas modernos de comunicação. Até que então em 1894 em uma demonstração de comunicação sem fios Nikola Tesla deu vida ao Rádio. Porém a primeira transmissão de rádio para fins de entretenimento regulares viriam a começar apenas em 1920. Ou seja, o rádio existe apenas a 100 anos, considerando que na data que estou gravando esse vídeo é 2020. Em 1920 também, John L. Baird criou o primeiro protótipo de televisão. Televisão que viria a ser produzida em escala apenas em 1935, primeiramente pela Alemanha. Sendo que no Brasil essa revolução da comunicação aconteceria apenas 15 anos depois. Tudo em preto e branco. A cores mesmo, só começou em 1954. Tudo em tubo, mesmo que as televisões de tela plana tenham começado em 1979, ainda eram muito caras. Só então em 2008 que as vendas de televisão de tela plana finalmente passaram as vendas de televisores de tubo. Alcançando o pico de visualizações em 2012. E desde então as pessoas tem assistido menos televisão, ano após anos. As pessoas tem consumido menos rádio, ano após ano. As pessoas tem consumido menos jornais, ano após ano. A história dos meios de comunicação é muito recente. Ainda mais quando consideramos os meios digitais. A internet apesar de ter tido a origem em 1980, só começou a ser “comercializada” entre 1990 1995. Em 1995 eram já 24 milhões de pessoas no mundo com acesso a internet. Em 2012 já era 2,4 bilhões, ou seja um terço da população mundial. Número que segue crescente, hoje em dia com mais de 50% da população mundial com internet. As pessoas tem uma tendência natural a evitar mudanças. O ser humano acredita muito que empresas que um dia foram muito poderosas nunca irão se extinguir. Mas as coisas irão mudar. As coisas já estão mudando, os jornais estão se tornando digitais, sendo apenas meios de divulgar notícias e fatos. As rádios estão se tornando digitais, com modelos de streaming onde você escolhe o que quer escutar online. A televisão da mesma forma. O streaming esta dominando rapidamente o mercado. É preciso entender o passado... O passado que um dia enterrou os pergaminhos, hoje decreta a morte dos jornais e o fim da televisão. Entender que as coisas mudam, sempre mudaram, e hoje estão mudando numa velocidade cada vez mais surpreendente. A Rede Globo, considerada a 2 maior rede de televisão do mundo e exportando novelas para mais de 100 países começa a perceber a mudança, e já tenta entrar no streaming através da Globo Play. Mas hoje celebridade mesmo é Youtuber, é Influenciador, e a mídia de televisão que um dia foi tão poderosa e que a morte já vem a anos sendo anunciada começa a dar sinais de que o fim esta próximo. Cada vez com menos audiência as emissoras cada vez tem menos argumentos para sustentar os altos valores cobrados para anunciar na televisão. E através de um estudo da KantarIBOPE temos o Ibope de 9 de novembro de 2018. Qual você imagina que seja o ibope ao longo de todo esse dia? Vamos aos números, Globo 16,01, Record 7,13, SBT 6,42 e Band com 1,53. A Globo que em 1993 possuía uma audiência média de 23,5 pontos de ibope, viu seu mercado minguar em 25 anos. E na medição do primeiro semestre de 2019 já aparece com 15,5 pontos. Já a televisão por assinatura que em 2014 beirou os 20 milhões de assinantes e que até 2018 já havia perdido 3 milhões de assinantes fechou 2019 o seu pior ano com uma retração de 1,7 milhão de assinantes, quase 10% dos assinantes perdidos em apenas 1 ano. E assim fechou 2019 com 15,7 milhões de assinantes. Que ainda além de enfrentar os concorrentes serviços de streaming como netflix e outros. Tem os piratas que já detém 7 milhões de “assinantes”. Mas ainda assim, todos os analistas confirmam que o fator determinante para a queda de assinaturas tem sido os serviços de streaming. Eai, qual você acha que vai ser o desfecho de tudo isso? As Gigantes da Mídia no Brasil irão conseguir se reinventar e entrar nesses novos mercados e modelos de negócio? Ficou com alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários! Aprenda a estruturar empresas à prova de falhas: https://negociosnp.com.br/negocios-na... Acompanhe a gente no instagram:   / negociosnp