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Voo Varig 254: a falha que desviou o avião por 1.100 km

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Voo Varig 254: a falha que desviou o avião por 1.100 km

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Em 3 de setembro de 1989, o voo Varig 254 saiu de Marabá para Belém, numa viagem de menos de uma hora. Mais de três horas depois, o avião desceu no escuro sobre a mata de Mato Grosso, a 1.100 km do destino. Tudo começou antes de o avião sair do chão, com um número no plano de voo: zero, dois, sete, zero. Depois da queda, 42 pessoas sobreviveram. E, por quase dois dias, ninguém encontrou esse avião. Neste episódio, seguimos o rastro de: 00:00 Ia para Belém 0:32 Zero, dois, sete, zero 3:09 Os sinais que pareciam certos 5:40 Onde estamos? 8:03 No escuro, sobre a mata 8:57 Ninguém encontrava o avião 10:53 De volta ao papel Como um número de quatro algarismos podia ser lido de dois jeitos? Por que a conferência do copiloto não pegou o erro? Que sinais fizeram os pilotos acreditar que estavam perto de Belém? O que aconteceu quando um passageiro que conhecia a região pediu para falar com o comandante? Por que, mesmo perdidos, eles não pediram ajuda? Como um rádio de emergência foi ligado no meio da mata? E o que quatro sobreviventes feridos decidiram fazer? Na sua opinião, qual foi o sinal mais claro de que esse avião estava no caminho errado? Principais fontes: CENIPA/SIPAER, Relatório Final do acidente com o PP-VMK (1991); TRF-1, Apelação Criminal 1997.01.00.018615-3/MT (2000); Cardoso e Cukierman, "A abordagem sociotécnica na investigação e na prevenção de acidentes aéreos: o caso do vôo RG-254", Revista Brasileira de Saúde Ocupacional (2007); Folha de S.Paulo (1989 e 1997); The New York Times (1989); Conjur (2004). As reconstituições e as imagens deste vídeo foram geradas com inteligência artificial para representar os fatos narrados; não são fotos do acidente. O plano de voo e os demais documentos na tela foram recompostos pelo canal e são ilustrativos. O trajeto no mapa é aproximado: a investigação registrou pontos e direções, não um traçado completo. Mapas: Natural Earth; relevo: SRTM/GMTED2010 (USGS) e ETOPO1 (NOAA). Todos em domínio público. Efeitos sonoros: Pixabay (Pixabay Content License) e YouTube Audio Library; demais sons, síntese própria. Efeitos visuais: FXElements (licença Free). Toda curiosidade deixa um rastro. Até a próxima investigação!