A fobia de barata era MEDO da própria MÃE! | Desculpa o Transtorno #36 com Christian Dunker
Tati Bernardi и Christian Dunker
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A fobia de barata era MEDO da própria MÃE! | Desculpa o Transtorno #36 com Christian Dunker
10 749 просмотров · 7 часов назад
Tati Bernardi и Christian Dunker
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Neste episódio do Desculpa o Transtorno, Tati Bernardi e Christian Dunker leem a carta de uma mulher de 26 anos que descobre, em análise, que seu medo intenso de baratas esconde algo muito mais profundo: o medo da própria mãe.
Filha de uma mulher que nunca quis ser mãe e que negava colo, gritava e mantinha a casa em clima de vigilância constante, ela cresceu aprendendo a reconhecer os passos e o barulho da chave que anunciavam a chegada da mãe. Anos depois, já morando sozinha, uma barata aparece embaixo do sofá. O pânico que se segue revela muito mais do que nojo de inseto.
Tati e Christian discutem o conceito de imprevisibilidade como fonte de angústia e como uma reação chamada "contrafóbica" pode levar alguém a preferir a punição concreta à espera insuportável do que pode vir.
A conversa passa pela teoria da mãe "suficientemente boa" e pelo papel do pai, presente apenas para matar as baratas da casa, mas ausente diante do sofrimento real da filha.
Por que certos medos aparentemente irracionais escondem, na verdade, as histórias mais antigas da nossa vida? E o que significa aprender a amar alguém que, durante toda a infância, ensinou você a temer sua própria presença?
Comenta aqui o que você achou do episódio.
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O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento.
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Tati Bernardi — @tatibernardi
Christian Dunker — @chrisdunker
Participe enviando sua carta anônima para: dotranstorno@gmail.com
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Trecho da Carta:
"Minha fobia não era de baratas, mas sim da minha mãe. Aprendi a reconhecer e diferenciar os passos dela, o barulho da chave na sua mão a abrir a porta. Vivia ao longo da minha infância em constante vigília."
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CRÉDITOS:
Uma produção Estúdio Duke
CONTATO: estudioduke@gmail.com
Direção: Lucas Buli
Produção: Gerson Freitas (Jack)
Giulia Lozano
Fotografia: Marco Antonio D'Angelo
Edição: Rafael Garcia
Identidade visual e trilha sonora: Zamunda