Escola Pública e Democracia: caminhos de resistência - 29º Congresso do SINESP
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Uma breve história da luta antirracista. Marcos legais de combate ao racismo. O que é ódio? Teaching Tolerance e um novo caminho para o enfrentamento cotidiano. Educação antirracista, combate ao discurso de ódio e direitos humanos como ferramentas de superação.
Luciana Barreto é âncora e editora-chefe do Repórter Brasil Tarde, na TV Brasil. Formada pela Puc-Rio, começou a carreira aos 23 anos como repórter e apresentadora. Já trabalhou nos canais Futura, GNT, BandNews, TV Bandeirantes e CNN Brasil. Luciana retornou à TV Brasil depois de passar mais de 4 anos como âncora da CNN.. Ganhou o Prêmio Nacional de Jornalismo Abdias Nascimento, em 2012, pelo programa “Caminhos da Reportagem – Negros no Brasil: brilho e invisibilidade”. Foi eleita uma das Mulheres Inspiradoras de 2015 pelo Think Olga, depois de denunciar, no Senado Federal, os problemas enfrentados pela população pobre. Em 2018, recebeu o prêmio “Sim a Igualdade Racial” na categoria “Em Pauta”, por seu trabalho na mídia contra o racismo. No mesmo ano, começou a carreira no cinema, assinando o pré-roteiro e entrevistas do longa-metragem documental “A Última Abolição”, da Globo Filmes. Em 2021 foi eleita pela ONU uma das 100 personalidades mais influentes do mundo. Em 2022, Luciana concluiu o curso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e se formou em Conselheira de Administração. Em 2023, Luciana lançou o primeiro livro solo, “Discursos de Ódio contra Negros nas Redes Sociais”, pela editora Pallas. Em 2024, Luciana ficou entre os cinco finalistas no Prêmio Jabuti Acadêmico pela obra. No mesmo ano, Luciana foi eleita a jornalista mais influente da região Sudeste no prêmio “+ Admirados Jornalistas Negros da Imprensa Brasileira”. Em 2025, ficou entre os 100 Jornalistas Mais Admirados da Imprensa Brasileira. No mesmo ano, entrou para a lista internacional PowerList BANTUMEN como uma das 100 personalidades negras de língua portuguesa mais influentes do mundo. Em 2026, Luciana ganhou o Prêmio Mol de Jornalismo, Troféu Helaine Martins, “em reconhecimento ao seu compromisso com o jornalismo social, solidário e antirracista”. Luciana Barreto é mestre em relações étnico-raciais e também palestrante e ativista de direitos humanos.