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Perder prazo no DJEN não é distração: é escritório sem rotina

Unilawedu | Cursos Jurídicos

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Perder prazo no DJEN não é distração: é escritório sem rotina

18 просмотров · 7 дней назад
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DJEN e Domicílio são a fonte do prazo. O push do STJ é classificado pelo próprio tribunal como serviço auxiliar, sem efeitos legais. Neste vídeo, Fernando Quercia, que criou o escritório FCQ Advogados, com quase 30 anos de advocacia, mostra por que a rotina de prazo de boa parte das bancas ainda aponta para avisos que não são a fonte oficial, e o que fazer com isso. São três camadas entre a intimação e a tarefa na agenda: ingestão, por onde o prazo entra; normalização, a tradução para o vocabulário do escritório; e orquestração, quem responde pelo prazo depois que ele entrou. O vídeo traz ainda uma conta de dez minutos para refazer com os números do seu escritório e diz o que não cabe a ele ensinar: regra de contagem, dia útil, suspensão e feriado local quem publica é o tribunal. A validação humana antes do protocolo é obrigatória: a decisão continua sendo do advogado. Capítulos: 00:00 – Por que o push do STJ não é a fonte do seu prazo 00:52 – A resposta curta: uma entrada, uma tradução, um dono 02:00 – O que a Resolução CNJ 569/2024 mudou na rotina 02:38 – A conta de dez minutos para refazer no seu escritório 03:17 – Docketing: o que é e como funciona 03:40 – Camada 1, a entrada: por onde o prazo chega 04:36 – Camada 2, a tradução: o vocabulário único do escritório 05:33 – Camada 3, o dono: quem responde pelo prazo 06:04 – Validação humana antes do protocolo: a decisão continua sua 06:59 – Perguntas frequentes sobre prazo e DJEN 08:49 – Três perguntas para fazer hoje no seu controle de prazos 09:32 – Taxa de perda de prazo igual a zero CURSO TECNOLOGIA E INOVAÇÃO NA ADVOCACIA: https://unilaw.com.br/curso/tecnologi... Redes sociais: @unilaw_edu