Assim Era Viver em Salvador em 1960 — Antes das Grandes Avenidas Mudarem a Cidade
Brasil para Viver
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Assim Era Viver em Salvador em 1960 — Antes das Grandes Avenidas Mudarem a Cidade
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Como era viver em Salvador em 1960, antes de avenidas como Bonocô, Antônio Carlos Magalhães e Paralela reorganizarem completamente a circulação da cidade?
Neste vídeo, o Brasil para Viver volta a uma fase em que Salvador ainda dependia muito mais de ladeiras, linhas de cumeada, bondes, ônibus, trólebus e caminhos tradicionais do que das grandes vias de vale que depois mudariam o mapa urbano.
A cidade já tinha mais de seiscentos e cinquenta mil habitantes e crescia rápido, mas continuava fortemente concentrada no centro tradicional. Cidade Alta e Cidade Baixa ainda concentravam boa parte do comércio, das repartições, dos bancos, dos mercados e da circulação diária. O Elevador Lacerda seguia como peça essencial da rotina, o bonde ainda fazia sua última participação no cotidiano e bairros como Barra, Vitória, Graça, Liberdade, Brotas, Rio Vermelho e Itapuã viviam uma Salvador muito diferente da atual.
O vídeo também passa pela Avenida do Contorno em obras, pela Centenário ainda incompleta, pela Vasco da Gama como sinal inicial da lógica das vias de vale, pelo Subúrbio Ferroviário, pela orla ainda pouco contínua e pela pressão demográfica que fazia a cidade crescer mais rápido do que a infraestrutura conseguia acompanhar.
A ideia aqui não é romantizar a Salvador antiga, mas entender como funcionava a cidade antes da grande transformação viária das décadas seguintes — e por que essas avenidas mudaram tanto a forma de morar, circular e crescer em Salvador.
Se você viveu essa época, andou de bonde em Salvador ou ouviu histórias da sua família sobre a cidade antes das grandes avenidas, compartilhe nos comentários.
O BRASIL, CIDADE POR CIDADE.