Перейти к содержимому

Lisboa, 1755: o terremoto, o fogo e a conta

VESTÍGIO

0:00 / 0:00

Lisboa, 1755: o terremoto, o fogo e a conta

63 просмотра · 1 день назад
VESTÍGIO
34 подписчика
63 просмотра · 1 день назад
Na manhã de 1º de novembro de 1755, Dia de Todos-os-Santos, a terra tremeu em Lisboa. Depois veio o mar. Depois, o fogo, que durou cerca de uma semana. E, quando a poeira baixou, alguém teria de pagar a reconstrução de uma das maiores cidades da Europa. Este documentário acompanha o desastre pelos relatos de quem esteve lá, como o comerciante inglês Thomas Chase, que fazia 26 anos naquela manhã, e Braddock, que viu o mar entrar "como uma montanha". Mostra o que um estudo de 2019 concluiu sobre a faixa da cidade junto ao rio: ali, o que mais destruiu foi o fogo. E segue o governo de Carvalho e Melo, o futuro Marquês de Pombal: os mortos, a ordem, o poder, o plano da Baixa e as treze perguntas enviadas a cada paróquia do reino. Até chegar à conta, que também atravessou o Atlântico e foi cobrada, em parte, sobre pessoas escravizadas desembarcadas no Brasil. CAPÍTULOS 0:00 O aniversário 1:03 A cidade desaparece 3:58 O desastre que continuou 8:26 Quem reconstruiu Lisboa? 14:50 As perguntas que sobreviveram FONTES PRINCIPAIS • Carta de Thomas Chase (31/12/1755), publicada em The Gentleman's Magazine, 1813, a partir de uma cópia. • Carta de Braddock, em C. Davy, Letters… on Subjects of Literature, vol. II, Londres, 1787. • Antônio Pereira de Figueiredo, De terrae motu et incendio Olisiponensi commentarius (1756), e a tradução inglesa. • Memórias das principais providências que se deram no terremoto (1758). • Joaquim José Moreira de Mendonça, História universal dos terremotos (1758). • Jácome Ratton, Recordações (ed. de 1920). • G. Malagrida, Juízo da verdadeira causa do terremoto (1756). • Santos et al. (2019), Journal of Marine Science and Engineering 7:208: reconstituição das seis freguesias ribeirinhas entre o Cais do Sodré e a Sé. • Álvaro Pereira, estimativa demográfica dos mortos (CHERRY DP 03/06). • Inquérito de 1756 às paróquias: Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Ministério do Reino, maço 638. • Bahia e Minas: resolução da Câmara de Salvador (abril de 1756) e termo de Minas (julho de 1756), segundo Ferro (2009) e Madeira (2023); decreto de 2/1/1756 sobre os 4% (Cosme, 2002). As citações em inglês e latim são transcrições; as traduções são nossas. Onde as fontes divergem, o filme mostra as versões lado a lado. IMAGENS Gravuras e pinturas de domínio público: John Couse, The City of Lisbon as before the dreadful Earthquake (Yale Center for British Art, CC0); Matthäus Seutter, Augsburgo, 1755–57 (Rijksmuseum, CC0, "como a Europa imaginou"); Reinier Vinkeles (Rijksmuseum, CC0); Ruínas de Lisboa desenhadas em 1756 por Paris e Pedegache, gravadas por Le Bas (Rijksmuseum, CC0); Ex-voto a Nossa Senhora da Estrela, atribuído a João Glama Ströberle (Museu de Lisboa, domínio público). Fotografias do Convento do Carmo: Jan Helebrant (CC0). Mapas: Natural Earth (domínio público). Relevo atual: AWS Terrain Tiles (Tilezen), com dados EU-DEM (produzido com dados e informação Copernicus, financiados pela União Europeia) e SRTM (NASA). A planta de 1756 e as maquetes são traçados autorais sobre cópias de domínio público. USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Narração com voz sintética (Gemini, Google), sobre roteiro original do VESTÍGIO com verificação factual. Duas imagens geradas com IA (Google Flow), rotuladas "IMAGEM GERADA COM IA" na tela: uma casa da encosta do Castelo, que não é a casa de Chase. Duas gravuras de época (Seutter e as ruínas de São Nicolau) animadas com IA (Google Flow, Veo), em três planos rotulados "ANIMAÇÃO COM IA". Nenhuma delas é evidência; o resto do filme é material de época, mapas e animação autoral. Se você gosta de histórias contadas a partir dos documentos, inscreva-se no VESTÍGIO. #Lisboa1755 #Terremoto #História