Malvinas, 1982: o bombardeiro britânico no Galeão e a decisão que coube ao Brasil
Estado-Maior
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Malvinas, 1982: o bombardeiro britânico no Galeão e a decisão que coube ao Brasil
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Em 3 de junho de 1982, um bombardeiro britânico Vulcan pousa no Galeão com menos de 900 quilos de combustível nos tanques e um míssil ainda preso debaixo da asa. Nenhum plano de voo previa aquele destino, a milhares de quilômetros da base mais próxima do Reino Unido.
Horas antes, ele tinha disparado contra um radar argentino perto de Stanley, nas Malvinas. Agora o avião, a tripulação e a arma estavam em solo brasileiro, e a decisão sobre o que fazer com eles deixou de ser de Londres ou Buenos Aires.
CAPÍTULOS
0:00 Bombardeiro britânico no Galeão
4:35 O tabuleiro de junho
9:49 Os homens da mesa
14:37 Seis mil quilômetros de mangueira
19:24 O jogo do radar
24:05 Quarenta minutos
28:43 Rumo ao Rio
33:40 O preço da neutralidade
38:34 Combustível para voltar
As cenas marcadas com “RECRIAÇÃO” são recriações geradas com inteligência artificial a partir das fontes da época.
CRÉDITOS DAS IMAGENS
· Alan Wilson, «Avro Vulcan B.2 XM597» (2017), CC BY-SA 2.0
· Chris Robertshaw, «Handley Page Victor K.2» (2008), CC BY 2.0
· Ronnie Macdonald, «Avro Vulcan B.2A XM597» (2015), CC BY 2.0
· Aciarium, «Radar Skyguard do Exército austríaco» (2023), CC BY 4.0
· Chris Robertshaw, «Handley-Page Victor K.2» (2008), CC BY 2.0
· Jerrye e Roy Klotz, «Wideawake Airfield» (2005), CC BY-SA 3.0
· Comet Photo AG / ETH-Bibliothek Zürich, «Canhão Oerlikon de 35 mm com Skyguard» (1979), CC BY-SA 4.0
· Steve Ryle, «Avro Vulcan B2 em Mildenhall» (1986), CC BY-SA 4.0
· Skaarup.HA, «Canhão duplo Oerlikon de 35 mm» (2013), CC BY-SA 3.0
· Guilherme Bystronski, «F-5E da Força Aérea Brasileira» (2005), CC BY-SA 4.0
· Diego Baravelli, «Galeão» (2017), CC BY-SA 4.0
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