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BELMONTE E ANDARAÍ em Rio Claro (SP) - Completo - Raridade

Sydney Barreto

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BELMONTE E ANDARAÍ em Rio Claro (SP) - Completo - Raridade

60 098 просмотров · 10 лет назад
Sydney Barreto
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Foi assim: Era 10 de março de 1972. O Belmonte (Paschoal Zanetti Todarelli), avisou-me por telefone, que iria se apresentar com o novo parceiro (Andaraí), na cidade de Tamoio, (perto de Araraquara ). Convidei o Mário Pavan, e fomos. O Mário foi guiando o meu fusquinha marrom. Na estrada o pneu foi furado e nos deu um trabalhão! Quando chegamos em Tamoio o espetáculo já havia começado. Quando Belmonte viu-me adentrando PAROU DE CANTAR e gritou: Chegou o meu amigo e parceiro! Pediu que eu subisse ao palco e continuou o show. No final, viemos para Rio Claro e ele veio guiando o meu fusquinha marrom e cantando a minha letra MINHA TERRA CENTENÁRIA, que foi musicada por ele. Chegando a Rio Claro, eu os levei ao Restaurante Akamine, onde nos reunimos. Lá, ele e o Andaraí, apresentaram : Abismo de Rosas (ele, só, ao violão) Esquina do Adeus No Silenciar do Anoitecer Quatro Estados Noites do Paraguay Do Mundo Nada se Leva (com uma homenagem à minha pessoa) Os Verdes Campos de Minha Terra El Reloj Um solo de música paraguaya Recuerdos de Ipacaray Estavam presentes, além do Nego Akamine, o Lincoln Akamine, Dirceu Carminhola, Nhô Morais, Mário Pavan, Pedro Francisco Nascimento (Miranda) e o empresário da dupla, Osmar Siqueira. Gravei totalmente o encontro e fotografei a dupla à porta do Hotel da Estação. Esse encontro aconteceu no dia 10 de março de 1972, seis meses antes do falecimento do Belmonte. No dia 9 de setembro de 1972, Belmonte seguia, de carro, para encontrar-se com familiares, em Poços de Caldas. Faleceu em acidente automobilístico, perto de Santa Cruz das Palmeiras. Foi sepultado em Barra Bonita, onde estivemos, eu, Antônio Vianna e Jorge de Oliveira (Walmir), visitando sua mãe, d. Lúcia e os seus familiares. Guardo, como lembrança, a sua última carta, assim como o convite de seu casamento, que me fora enviado, na ocasião do seu enlace matrimonial, com a Marlene, no dia 27 de dezembro (no mesmo dia em que me casei) de 1969. Os.: A poesia MINHA TERRA CENTENÁRIA, de minha autoria, feita para Rio Claro, foi musicada pelo Belmonte. Como cantor solo, ele usou o nome de Belmonte Paschoal. E fez dupla, também com o Dino Franco. (O Dino fez a melodia do meu rasqueado CAMPO GRANDE., que está no YOUTUBE.