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Luigi Bottazzo (1845–1924) Elevazione dalla "La Santa Messa" Op. 126 Mascioni Giubiasco (GrandOrgue)

Jefferson Ribeiro

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Luigi Bottazzo (1845–1924) Elevazione dalla "La Santa Messa" Op. 126 Mascioni Giubiasco (GrandOrgue)

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Jefferson Ribeiro
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Continuing our saga dedicated to the Elevazione, we now enter the universe of Luigi Bottazzo with this piece from the collection La Santa Messa Op. 126. Unlike the theatrical drama found in other composers, this page unfolds as a true liturgical berceuse, a spiritual lullaby that envelops the altar in an atmosphere of serene and deep contemplation. To honor the sobriety of this writing, the entire performance was conceived on a single manual and strictly confined to 8-foot foundation stops, discarding any orchestral artifices or coloraturas. The musical discourse relies on solid touch and structured calm, deliberately avoiding the exaggerated affectation and easy sentimentalism that so often distort this repertoire. Architecture and purity of sound serving the silence of the temple. Faced with the impossibilities of life which are often greater than the possibilities, it was thanks to GrandOrgue that this journey became possible, allowing us to briefly inhabit this beauty. Time is short, but the sound endures. Performed by Brazilian organist Jefferson Ribeiro. Recorded on the virtual Mascioni organ of Giubiasco (GrandOrgue). Dando continuidade à nossa saga dedicada à Elevazione, adentramos agora o universo de Luigi Bottazzo com esta peça integrante da coleção La Santa Messa Op. 126. Diferente do teatro mariano e da dramaticidade operística que encontramos noutros autores, esta página revela-se como uma verdadeira berceuse litúrgica, uma canção de ninar espiritual que envolve o altar num clima de serena e profunda contemplação. Para honrar a sobriedade desta escrita, toda a interpretação foi concebida num único manual e estritamente confinada aos registos de fundação de 8 pés, dispensando quaisquer artifícios ou coloraturas orquestrais. O discurso musical apoia-se na solidez do toque e numa calma estruturada, fugindo deliberadamente à afetação enjoativa e aos sentimentalismos fáceis que tantas vezes desvirtuam este repertório. É a arquitetura e a pureza do som a servir o silêncio do templo. Diante das impossibilidades da vida que são muitas vezes maiores do que as possibilidades, foi graças ao GrandOrgue que esta travessia se tornou possível, permitindo habitar fugazmente esta beleza. O tempo é breve e tudo passa; resta-nos a arte enquanto o som perdura no silêncio do templo. Realizada pelo organista brasileiro Jefferson Ribeiro. Gravado no órgão virtual Mascioni de Giubiasco (GrandOrgue)