Holding ou pessoa física: existe um número que decide
Luiz Vitoriano
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Holding ou pessoa física: existe um número que decide
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Luiz Vitoriano
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Holding ou pessoa física para receber aluguel: existe um valor a partir do qual a estrutura passa a compensar, e abaixo do qual ela faz você pagar mais imposto do que você paga hoje. O contador Luiz Vitoriano abre a conta inteira, imposto por imposto, em três cenários: 5 mil, 12 mil e 30 mil reais de aluguel por mês.
Quer a conta do seu caso? Preencha o formulário e eu retorno pessoalmente:
https://forms.gle/BvWtpv3cXLPnyCnt5
Primeira análise de 40 minutos, gratuita e sem compromisso.
A reforma andou para os dois lados ao mesmo tempo. A Lei 15.270/2025 melhorou a pessoa física na base: isenção total de imposto de renda até R$ 5 mil por mês de rendimento tributável, com desconto parcial decrescente até R$ 7.350. A mesma lei encareceu tirar dinheiro da empresa, com retenção de 10% sobre dividendos acima de R$ 50 mil por mês, por sócio. E a Lei Complementar 214/2025 trouxe um imposto que não existia nessa conta: o IBS e a CBS sobre a receita de aluguel.
Na estrutura, no lucro presumido, a carga sobre a receita de aluguel fica em 11,33%: imposto de renda de 4,8%, contribuição social de 2,88% e PIS/Cofins de 3,65%. Na pessoa física, o aluguel entra no carnê-leão, com alíquota marginal de até 27,5%, mas com direito a abater a taxa de administração da imobiliária, o IPTU e o condomínio.
E tem uma diferença estrutural que decide muita coisa: a pessoa física só é alcançada pelo IBS e pela CBS se preencher os dois critérios do artigo 251 da Lei Complementar 214/2025 ao mesmo tempo, receita de locação acima de R$ 240 mil no ano anterior e mais de três imóveis locados. A empresa, não. Ela nasce contribuinte, sem piso e sem contagem de imóveis.
Neste vídeo eu mostro os três cenários com a conta aberta, o ponto exato em que as duas se igualam, o custo de entrada que quase nenhum vídeo sobre holding coloca na conta (ITBI sobre o excedente ao capital subscrito, pelo Tema 796 do STF, e ganho de capital na integralização a valor de mercado), o novo imposto sobre tirar o dinheiro da empresa, e os casos em que o número diz uma coisa e a decisão certa é outra.
Em um dos três cenários, a resposta certa é não fazer nada. Eu digo qual.
Quarto vídeo da série sobre a reforma tributária no setor imobiliário.
Conteúdo informativo. Cada caso exige análise individual.
CAPÍTULOS
0:00 Existe um número que decide
1:49 A reforma andou para os dois lados
3:15 Como a pessoa física paga
4:58 Como a estrutura paga
6:54 Cenário 1: 5 mil reais por mês
8:28 Cenário 2: 12 mil reais por mês, o empate
9:56 Cenário 3: 30 mil reais por mês
11:35 O custo de entrar, que ninguém põe na conta
13:12 O imposto sobre tirar o dinheiro
14:28 O que o número não decide
16:02 Resumo e próximo vídeo
BASE LEGAL CITADA
Lei Complementar 214/2025, artigos 251, 257, 260 e 261
Lei 15.270/2025
Lei 9.249/1995, artigo 15
Emenda Constitucional 132/2023
Tema 796 do STF e Recurso Extraordinário 1.487.168
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Luiz Vitoriano, Contador, Administrador de Empresa e especialista em Planejamento Patrimonial e Sucessório
LV Holding Familiar, Planejamento Patrimonial e Sucessório