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1.000 Moscas, 30 Gerações: Só as Melhores Passam

Weverton

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1.000 Moscas, 30 Gerações: Só as Melhores Passam

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Weverton
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Mil moscas, cada uma rodando o mapa de neurônios de uma mosca de verdade, num labirinto de 20 bifurcações. Em cada bifurcação, um lado cheira a seguro e o outro leva a uma aranha. Cada cor é uma família, e só as melhores viram mães. As regras: cada geração treina 15 vezes e faz uma prova sem castigo, 20 corridas por mosca. As 100 melhores da prova viram mães da geração seguinte. A filha nasce com o cérebro com que a mãe nasceu, com pequenas mutações; o que a mãe aprendeu não passa. O que eu medi (placar = corrida 1 da prova, de mil moscas): geração 1: 25; geração 10: 69; geração 20: 225; geração 30: 475; famílias: de 1.000 na geração 1 para uma só na geração 14. Na rodada 2, cada filha da geração 15 começa uma família nova, e na geração 30 sobram duas; prova completa (20 corridas por mosca): de 1,9% para 48,5%; controle com as mães sorteadas, sem escolher as melhores: 34 na geração 30, prova completa em 3,1%. As famílias somem mesmo assim (sobram 7), mas ninguém melhora. O que é da mosca e o que é meu: quais células o neurônio de castigo (PPL101) alcança e quais alimentam a saída da memória vêm do mapa real. O código esparso dos cheiros, a regra de escolha, o labirinto, a aranha, a seleção e a mutação são o meu código. A evolução aqui não é biológica: a seleção é pela prova no labirinto e a mutação mexe em todos os pesos da memória. As cores das famílias seguem a mãe de cada mosca, gravada na rodada. 0:00 Abertura 0:23 As regras 0:54 Rodada 1: mil famílias 4:38 Rodada 2: famílias novas 9:09 Controle: mães sorteadas 9:37 Resultado Código do modelo de aprendizagem (aberto): https://github.com/owevertonguedes/fl... Créditos Cérebro da mosca: conectoma male-cns v1.0 (HHMI Janelia FlyEM, Google Research Connectomics, Cambridge Drosophila Connectomics Group), CC BY 4.0, via fly-brain-minecraft (MIT). Labirinto, moscas, aranhas, voz, música e som: próprios.