Quem Vai Pagar Mais ou Menos com a Reforma Tributária em 2027?
Auditor Israel Menezes
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Quem Vai Pagar Mais ou Menos com a Reforma Tributária em 2027?
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Auditor Israel Menezes
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A Reforma Tributária não afetará todos os setores da mesma maneira. Enquanto algumas empresas poderão reduzir sua carga efetiva com novas alíquotas e maior aproveitamento de créditos, outras enfrentarão aumento de custos, principalmente quando a folha de pagamento representa sua principal despesa.
Neste sétimo e último vídeo da série “O Essencial sobre o Novo Sistema Tributário”, Israel Menezes, Auditor Fiscal do ICMS com mais de 33 anos de carreira, apresenta os impactos práticos da reforma para diferentes atividades econômicas e explica como as empresas devem se preparar para 2027.
→ Por que a indústria e os exportadores podem se beneficiar
→ Quais setores terão redução de 60% nas alíquotas
→ Como ficam clínicas, laboratórios, escolas e farmácias
→ Quais profissionais terão redução de 30%
→ Como funcionarão os créditos presumidos
→ Os benefícios previstos para hortifrutis, transportadoras e recicladoras
→ Quais serviços podem sofrer aumento da carga tributária
→ Por que empresas intensivas em mão de obra serão mais afetadas
→ Como ficam tecnologia, software, publicidade, BPO e terceirização
→ Se a reforma pode realmente reduzir os preços ao consumidor
→ O que empresários precisam fazer antes da transição
→ Como revisar sistemas, contratos e créditos tributários acumulados
Os setores de saúde, educação, medicamentos e algumas atividades agropecuárias poderão contar com reduções de alíquota e com a não cumulatividade plena. Profissionais regulamentados, como advogados, engenheiros e arquitetos, terão tratamento diferenciado, mas ainda precisarão avaliar se os novos créditos serão suficientes para compensar o aumento da alíquota nominal.
Já empresas de tecnologia, software, publicidade, segurança, limpeza, call centers, BPO, outsourcing, eventos, legaltechs e fintechs podem enfrentar uma carga maior. O principal problema é que a folha de salários não gerará créditos de CBS e IBS, mesmo sendo a maior despesa de muitas dessas atividades.
A reforma promete simplificação, maior previsibilidade e menos disputas tributárias, mas não garante redução generalizada de impostos ou dos preços ao consumidor. Por isso, cada empresa precisará analisar sua própria estrutura de custos, seu regime tributário, seus clientes e a quantidade de créditos que poderá aproveitar.
⏱️ Timestamps:
00:00 – Os impactos práticos da reforma nos negócios
00:13 – Indústria, exportadores e comércio
00:43 – Setores com redução de 60% na alíquota
01:30 – Como os créditos podem reduzir a carga efetiva
02:10 – Profissões com redução de 30%
02:54 – Atividades que terão créditos presumidos
03:28 – Hortifrutis, transportadoras e bens usados
04:09 – Créditos tributários para o setor agro
04:44 – Os serviços que podem pagar mais
05:03 – Tecnologia, software, publicidade e terceirização
05:40 – O impacto da composição societária
06:04 – Por que a folha de pagamento não gera crédito
06:40 – A reforma vai reduzir os preços?
07:29 – O que as empresas precisam fazer agora
07:38 – Converse com seu contador
07:51 – Acompanhe a regulamentação
08:04 – Adapte sistemas e processos
08:21 – Revise contratos de longo prazo
08:36 – Levante os créditos tributários acumulados
08:55 – A mudança estrutural do sistema tributário
09:20 – Encerramento da série
📌 Se você é empresário, contador ou trabalha com gestão tributária, compartilhe esta série com quem precisa entender como o novo sistema afetará os negócios a partir de 2027.
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