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Comadre Fulozinha: o que o sargento mandou levar

Brasil Profundo

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Comadre Fulozinha: o que o sargento mandou levar

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Lenda da comadre fulozinha: relato calmo de um soldado numa vila da mata de Pernambuco, para ouvir dormindo, trabalhando ou de fundo. Está ouvindo essa chuva? Foi numa chuva assim que um menino de nove anos sumiu na mata, atrás do avô. Um soldado recém-chegado do Recife a uma vila da Zona da Mata passa três noites procurando o menino, e os moradores fazem pedidos estranhos: que ele leve uma garrafinha de mel no bolso, que nunca assobie e que não responda a assobio algum, venha de onde vier. Ninguém na vila explica direito o porquê. Aos poucos, entre a jaqueira da primeira noite, a conversa dos mais velhos e o assobio que volta da escuridão, o soldado entende que a mata tem dona e que ela tem regras. É a Comadre Fulorzinha, também escrita Comadre Fulozinha, protetora da mata que trança crina de cavalo e cabelo de gente, uma das figuras mais conhecidas do folclore do Nordeste. Narração longa, calma e sem sustos gráficos, feita para quem quer companhia na hora de relaxar, trabalhar, jogar ou pegar no sono. Conta nos comentários de onde você está ouvindo e se na sua terra também se conta uma história assim. CAPÍTULOS 0:00 Abertura 1:22 A garrafinha de mel 7:15 A mãe na porta 13:51 Primeira noite: a jaqueira 20:46 A conversa da vila 27:36 O assobio devolvido 33:38 O terceiro dia 39:08 O menino de tranças 43:57 O agrado 46:32 Encerramento #comadrefulozinha #lendasbrasileiras #folclorebrasileiro #historiasparadormir