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Matinta Pereira: as cartas que a professora guardou

Brasil Profundo

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Matinta Pereira: as cartas que a professora guardou

20 просмотров · 17 ч назад
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Matinta Pereira: cartas de uma professora numa ilha do Pará, narradas devagar para ouvir dormindo, trabalhando ou de fundo, sem sustos de áudio. Ela deixa Belém para dar aula numa escola de uma sala só, numa ilha do Baixo Tocantins, no Pará. A casa da professora tem até geladeira, e isso parece a melhor notícia da mudança. Só uma coisa fica atravessada: os alunos fazem a nova professora jurar que, se ouvir um assobio fino de noite, não vai prometer nada a ninguém. Pelo barco de linha, a cada quinze dias, ela escreve para a mãe. Algumas cartas seguem viagem. Outras ficam guardadas numa lata, e vão ficando mais longas e mais estranhas a cada semana. Entre a terça de carnaval, a cheia do rio, a viagem pelo furo atrás de uma velha e a noite do Círio, a lenda deixa de ser conversa de criança e vira regra de casa. Esta é uma narração longa de folclore amazônico, contada no ritmo do interior: voz calma, sons de rio e de mata, nada de susto repentino. Serve para acompanhar o trabalho, uma partida de jogo ou a hora de pegar no sono. Se você gosta de lendas brasileiras contadas devagar, fique até o fim, porque as cartas só fazem sentido todas juntas. Conta nos comentários de onde você está ouvindo e se na sua terra também falam da Matinta. Se curtiu, deixe o like e se inscreva no canal. CAPÍTULOS 0:00 Abertura 1:21 A casa tem geladeira 5:59 Terça de carnaval 11:47 A ilha muda de assunto 17:50 O rio sabe 23:57 O tempo da cheia 29:48 Atrás da velha, pelo furo 35:39 A noite do Círio 42:39 A última da lata 47:37 Encerramento #matintapereira #lendasbrasileiras #folclorebrasileiro #amazonia