Como Era Atravessar o Brasil de Trem Até o Pantanal: Bauru a Corumbá
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Como Era Atravessar o Brasil de Trem Até o Pantanal: Bauru a Corumbá
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Embarque às seis da manhã na estação de Bauru e atravesse 1.272 km pela Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB) até Corumbá, na fronteira com a Bolívia. Interior paulista, Araçatuba, a ponte sobre o rio Paraná, Três Lagoas, uma noite no carro-leito, Campo Grande à meia-noite, Aquidauana, a chipa na janela, o Pantanal alagado, os tuiuiús, Porto Esperança e a ponte Eurico Gaspar Dutra sobre o rio Paraguai, que esperou mais de quatro anos pelo primeiro trem.
No fim, o "Trem da Morte" boliviano e as versões sobre o apelido, a canção "Trem do Pantanal" e o que restou da linha em 2026. Uma reconstituição baseada em fontes, juntando épocas entre os anos 1950 e 1990.
Você faria essa viagem hoje, se ela ainda existisse? E se você já fez, conta qual trecho.
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FONTES
Estações Ferroviárias do Brasil (Ralph M. Giesbrecht): Bauru, Corumbá, Porto Esperança, Campo Grande, Ponte Francisco Sá, Trem Guia Lopes, NOB 1910-40 — estacoesferroviarias.com.br
Nilson Ghirardello, "A nova estação da NOB em Bauru", Patrimônio e Memória (Unesp), 2020
Arlinda Cantero Dorsa, "Uma visão intertextual e interdiscursiva do trem do pantanal", InterMeio (UFMS), 2009
Daiane Lima dos Santos, ferrovia Brasil-Bolívia em Ladário, Revista Fênix, 2022
Giovani José da Silva, História Unisinos, 2011
Embrapa Pantanal, Levantamento aéreo de ninhos de tuiuiú, 2004
IPHAN via ipatrimonio: Ponte Ferroviária Eurico Gaspar Dutra
IHGMS, "Tempos idos da Esperança", Moacir S. de Lacerda, 2021
Lei Complementar nº 31/1977 (Planalto)
Campo Grande News (2013, 2014, 2016, 2021, 2023, 2025, 2026), Midiamax (2025, 2026), Correio do Estado (1985 via Revista Ferroviária; 2025; 2026), Revista Ferroviária (2018, 2022), Lugares ECO (2017), Portal Bonito (2009), Le Monde Diplomatique Brasil (2010), Revista Fórum (2026)