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O Sistema que Controlava o Voto no Nordeste | Coronéis e o Voto de Cabresto

Prosas do Cangaço

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O Sistema que Controlava o Voto no Nordeste | Coronéis e o Voto de Cabresto

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Prosas do Cangaço
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Por que o Nordeste vota assim? Neste documentário, investigamos a história do coronelismo e do voto de cabresto no Brasil: como coronéis, currais eleitorais, fraudes e relações de dependência controlaram eleições no sertão nordestino durante a Primeira República, e o que realmente sobrou desse sistema. Você vai entender quem eram os coronéis da Guarda Nacional, como funcionava o voto aberto, a eleição a bico de pena e a degola, por que a concentração de terras e a ausência do Estado sustentaram esse poder, e como jagunços, volantes e cangaceiros como Lampião faziam parte do mesmo mundo. Depois, acompanhamos a Revolução de 1930, a criação da Justiça Eleitoral e do voto secreto, e o debate entre historiadores: o coronelismo acabou ou só mudou de forma? E, no fim, uma revelação que muda a pergunta do título. Um documentário sobre história do Brasil, política no Nordeste e a longa construção do direito de votar livremente. Sem partido e sem estereótipos. 📌 CAPÍTULOS 00:00 Dia de eleição: hoje e cem anos atrás 04:30 Quem eram os coronéis? 08:30 Como funcionava o voto de cabresto 12:50 Por que esse sistema durou tanto 16:20 Jagunços, volantes e o cangaço de Lampião 20:05 Revolução de 1930 e o voto secreto 24:05 O coronelismo realmente acabou? 28:05 Por que o Nordeste vota assim? 📚 FONTES E LEITURAS RECOMENDADAS Victor Nunes Leal, Coronelismo, Enxada e Voto (1949) José Murilo de Carvalho, “Mandonismo, Coronelismo, Clientelismo: uma discussão conceitual” (1997) Maria Isaura Pereira de Queiroz, O Mandonismo Local na Vida Política Brasileira Eul-Soo Pang, Coronelismo e Oligarquias Ralph della Cava, Milagre em Joaseiro Frederico Pernambucano de Mello, Guerreiros do Sol André Singer, Os Sentidos do Lulismo Código Eleitoral de 1932 e acervos do TSE e da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional