The Frank - Puro Orgulho
The Frank
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The Frank - Puro Orgulho
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The Frank
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Letra:
Puro orgulho corroendo minhas veias lentamente
Cada trauma fez meu coração bater diferente
Hoje eu piso no mundo com o peso de um cometa
Porque sobreviver me transformou numa ameaça
Olha meus olhos tempestade sem descanso
Tantos fantasmas conversando no meu quarto
Eu aprendi que amor demais enfraquece
Então enterrei sentimentos no asfalto
Minha alma virou concreto rachado
Flores morreram tentando nascer do meu lado
Agora eu caminho igual rei amaldiçoado
Com um universo inteiro queimando calado
Cês nunca entenderam minha mente afogada
Sorriso bonito escondendo alma quebrada
Eu tava no fundo encarando o abismo
Até perceber que owabismo me encarava
Puro orgulho queimando meu peito
Mesmo sangrando eu mantenho respeito
Meu coração virou pólvora e ferro
Quanto mais me destroem mais eu volto perfeito
Puro orgulho cobrindo meu nome
Solidão foi quem matou minha fome
Se o mundo me odeia eu viro tempestade
Porque quem nasce gigante não cabe nos homens
Eu fiz da tristeza um ritual silencioso
Transformei cicatriz em diamante monstruoso
Cada lágrima caiu igual meteoro
Destruindo quem eu era aos poucos
Minha mente é um cemitério aceso
Memórias mortas pedindo enterro
Mas eu danço sorrindo na beira do caos
Porque foi no inferno que eu fiquei belo
Tantas noites conversando com a lua
Pedindo resposta pras dores mais cruas
Mas o céu nunca responde ninguém
Então eu virei minha própria cura
Olha o reflexo rachando no espelho
O garoto inocente morreu faz tempo
Hoje só restou fumaça e ambição
E um ódio bonito crescendo por dentro
Puro orgulho queimando meu peito
Mesmo sangrando eu mantenho respeito
Meu coração virou pólvora e ferro
Quanto mais me destroem mais eu volto perfeito
Puro orgulho cobrindo meu nome
Solidão foi quem matou minha fome
Se o mundo me odeia eu viro tempestade
Porque quem nasce gigante não cabe nos homens
Eu ouvi o silêncio gritar meu nome
Vi meus sonhos caindo igual prédios enormes
Mas toda vez que tentaram me enterrar
Eu cresci igual raiz depois da morte
Minha alma tá fria igual dezembro
Mas meu ego ainda incendeia o vento
Carrego o caos dentro do peito
E faço poesia sangrando por dentro
Puro orgulho selando meu rosto
Cada perda deixou meu olhar mais oco
Hoje eu abraço meus próprios demônios
Porque foram eles que me fizeram monstruoso
Puro orgulho guiando meus passos
Meu coração virou eclipse no espaço
Quanto mais tentam cortar minhas asas
Mais alto eu voo acima do fracasso