História do Maranhão - Mega Resumo - Polícia Militar do Maranhão - PMMA
Direto ao Ponto - Concursos
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PARTE 1 — FRANÇA EQUINOCIAL
Daniel de La Touche, senhor de La Ravardière, lidera a expedição francesa de 1612 (com François de Razilly), autorizada pela regente Maria de Médici em nome de Luís XIII. Desembarque em julho na ilha. Em 8 de setembro de 1612, missa e posse: forte Saint-Louis, entre Anil e Bacanga, hoje Palácio dos Leões. São Luís nasce francesa. Batalha de Guaxenduba, 19 de novembro de 1614, no Munim: Jerônimo de Albuquerque vence La Ravardière, apesar da vantagem numérica francesa. Em 1615, Alexandre de Moura cerca São Luís e os franceses saem. Fim da França Equinocial.
PARTE 2 — CAPITÃES-MORES E HOLANDA
Depois da expulsão, a capitania fica sob capitães-mores. Jerônimo de Albuquerque, agora “Maranhão”, é o primeiro. Em 1621 a Coroa cria o Estado do Maranhão e Grão-Pará, ligado direto a Lisboa, separado do Estado do Brasil. Holandeses da WIC tomam São Luís em novembro de 1641, no ciclo de Nassau. Ficam até fevereiro de 1644. A expulsão é luso-indígena, com Antônio Muniz Barreiros e Antônio Teixeira de Melo. Três anos, não décadas.
PARTE 3 — COMPANHIA E BEQUIMÃO
Estado do Maranhão e Grão-Pará: mão de obra indígena, jesuítas contra o cativeiro, abastecimento ruim. Companhia de Comércio do Maranhão e Grão-Pará (1682): monopólio de 20 anos e obrigação de trazer escravos africanos. Colonos, comerciantes e apresadores se revoltam. Revolta de Beckman / Bequimão: 24 de fevereiro de 1684, irmãos Manuel e Tomás Beckman, na ausência do governador. Depõem a Companhia, expulsam jesuítas, não rompem com o rei. Manuel Beckman é executado em 1685. Nativismo de elite, não independência.
PARTE 4 — INDEPENDÊNCIA TARDIA
O 7 de setembro de 1822 não cola em São Luís. A elite exportadora (algodão) prefere Lisboa ao Rio. Tropas de João José da Cunha Fidié tentam segurar o Norte. Batalha do Jenipapo, 13 de março de 1823, riacho do Jenipapo, Campo Maior (PI): vitória tática portuguesa, derrota estratégica — o interior adere. Lord Cochrane bloqueia São Luís. Adesão em 28 de julho de 1823. Termo em Caxias, 7 de agosto. Cochrane vira Marquês do Maranhão. Adesão por força, não grito local.
PARTE 5 — BALAIADA, REPÚBLICA E 1930
Balaiada (1838–1841): revolta popular no interior (vaqueiro, artesão, preto liberto e escravo). Nome de Manuel Francisco dos Anjos Ferreira, o Balaio. Causas: miséria, recrutamento forçado, crise do algodão, briga bem-te-vi × cabano. Líderes: Balaio, Raimundo Gomes, Cosme Bento (negro). Esmagada por Luís Alves de Lima e Silva, futuro Duque de Caxias. República: adesão em 18 de novembro de 1889, três dias depois do 15 de novembro. Junta depõe o presidente da província. Elite, não rua. 1930: a oligarquia local cai com o movimento nacional; Vargas nomeia interventor. Ruptura de cima, de novo.
Âncoras: 8/9/1612; Guaxenduba 19/11/1614; holandês 1641–44; Companhia 1682; Beckman 1684; Jenipapo 13/3/1823; adesão 28/7/1823; Balaiada 1838–41; República 18/11/1889.
Direto ao Ponto Concursos. Sem enrolação. Ponto na prova da PMMA.
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