Via Leste-Oeste | Nova Realidade do Trânsito em Ribeirão Preto?
Interior SP em Transformação
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Via Leste-Oeste | Nova Realidade do Trânsito em Ribeirão Preto?
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Ribeirão Preto acaba de dar o primeiro passo para uma das maiores transformações de mobilidade urbana de sua história.
Em 18 de setembro de 2026, a Prefeitura assinou o contrato para iniciar a primeira etapa da Via Leste-Oeste, um projeto que pretende conectar diferentes regiões da cidade, criar novas alternativas de deslocamento e reduzir a dependência das ligações atuais.
O primeiro trecho, chamado Morro da Vitória, terá aproximadamente 2,5 quilômetros e contará com uma ponte estaiada sobre a Rodovia Anhanguera. A nova ligação seguirá em direção ao eixo formado pelas avenidas João Bim e Clóvis Bevilacqua.
O investimento dessa primeira etapa é R$ 263,1 milhões: R$ 250 milhões serão financiados e R$ 13,1 milhões correspondem à contrapartida do município.
Neste vídeo, você vai entender:
• como será a primeira etapa da Via Leste-Oeste;
• onde ficará a nova ponte sobre a Rodovia Anhanguera;
• quais bairros poderão ser beneficiados;
• como a obra pode reduzir o tempo de deslocamento;
• por que o projeto prevê uma faixa exclusiva para ônibus;
• como ciclistas e pedestres serão incluídos na chamada “via completa”;
• quais são os quatro grandes trechos do projeto;
• como a Via Leste-Oeste poderá alcançar 27,1 quilômetros de intervenções;
• quantos quilômetros de corredores exclusivos para ônibus estão previstos;
• como serão implantadas as ciclovias bidirecionais segregadas;
• por que o projeto inclui pontes, transposições e passarelas;
• como áreas verdes, parques lineares e drenagem fazem parte da proposta;
• o que pode acontecer com o antigo ramal ferroviário na região da Avenida Rio Pardo;
• quais desafios Ribeirão Preto terá para executar o projeto completo.
O primeiro trecho: Morro da Vitória
A etapa inicial deverá conectar a região do Morro da Vitória ao eixo das avenidas João Bim e Clóvis Bevilacqua. A ponte sobre a Anhanguera pretende superar uma barreira física que hoje dificulta a ligação entre bairros da zona Leste e outras áreas de Ribeirão Preto.
A obra poderá beneficiar moradores do Parque Residencial Cândido Portinari, Parque dos Flamboyans, Jardim Ângelo Jurca, Jardim José Figueira, Jardim Zara, Jardim Paulistano, parte do Parque São Sebastião e Parque das Gaivotas.
O trecho terá três faixas em cada sentido: duas para o tráfego geral e uma exclusiva para ônibus. Também estão previstas estruturas para ciclistas e pedestres.
O projeto completo
A Via Leste-Oeste deverá alcançar 27,1 quilômetros, divididos em quatro grandes trechos:
• Morro da Vitória;
• Tanquinho/Lagoinha;
• Via Norte;
• Rio Pardo.
O projeto completo prevê aproximadamente 13,7 quilômetros de corredores exclusivos para ônibus, 35 quilômetros de ciclovias bidirecionais segregadas, calçadas acessíveis, iluminação, sinalização e obras de drenagem.
O investimento estimado para todas as etapas chega a aproximadamente R$ 1,15 bilhão. A execução será feita por partes, começando pelo trecho Morro da Vitória.
Áreas verdes e drenagem
A Via Leste-Oeste não será apenas uma obra viária. A proposta inclui aproximadamente 100 hectares de áreas verdes, parques lineares, recuperação de áreas de preservação e intervenções de micro e macrodrenagem.
Na Avenida Rio Pardo, o projeto prevê transformar um antigo ramal ferroviário desativado em um parque linear integrado ao corredor de transporte coletivo. A ideia combina mobilidade, recuperação urbana, áreas de convivência, ciclovias, calçadas e soluções para o escoamento da água da chuva.
Esses elementos são importantes para preparar Ribeirão Preto para eventos climáticos extremos e reduzir problemas como alagamentos. O desafio será garantir que a expansão das vias seja acompanhada de transporte coletivo eficiente, proteção ambiental, acessibilidade e manutenção adequada.
O que ainda precisa ser acompanhado
O contrato assinado marca o início da primeira etapa, mas o artigo não apresenta um cronograma detalhado para a execução dos demais trechos. Por isso, será necessário acompanhar os próximos contratos, os recursos disponíveis, os prazos, as licenças, o custo final e a entrega efetiva de cada fase.
Uma obra dessa dimensão pode melhorar a mobilidade, conectar bairros e gerar novos espaços urbanos. Mas o resultado dependerá da integração entre transporte público, carros, bicicletas, pedestres, drenagem e áreas verdes.
A pergunta central é: como Ribeirão Preto estará quando a Via Leste-Oeste estiver concluída?
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Deixe seu comentário: você acredita que a Via Leste-Oeste pode transformar a rotina dos moradores de Ribeirão Preto? Qual trecho ou benefício deveria ser prioridade?
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