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🚨JÚRI | MATOU A COMPANHEIRA A FACADAS E SE ESCONDE DENTRO DE IGREJA

O TRIBUNAL DO JÚRI

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🚨JÚRI | MATOU A COMPANHEIRA A FACADAS E SE ESCONDE DENTRO DE IGREJA

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O TRIBUNAL DO JÚRI
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⚖️ TRIBUNAL DO JÚRI – FEMINICÍDIO NO PARANOÁ/DF 📍 Tribunal: TJDFT – Tribunal do Júri do Paranoá/DF 📂 Processo: 0705284-78.2025.8.07.0008 👤 Réu: Willian Lopes ⚖️ Crime: Feminicídio 📅 Julgamento: 17/09/2026 🔒 Pena: 38 anos e 8 meses de reclusão, em regime inicial fechado. 🔴 O CASO Willian Lopes foi levado a júri pela morte de sua companheira, Camila, em contexto de violência doméstica. Em plenário, o próprio réu confessou ter desferido golpes de faca contra a vítima, afirmando que havia consumido drogas e álcool. Segundo sua versão, antes do crime Camila teria colocado fogo no apartamento do casal, queimando roupas, móveis e eletrodomésticos. Depois do ataque, ela morreu. Após o crime, segundo a sentença, Willian encontrou a irmã da vítima e disse que havia “terminado com ela”. Em seguida, foi a uma igreja, descartou a faca em uma lixeira e pediu ao pastor que acionasse a polícia. A decisão também registra que, na ocasião da confissão policial, ele teria afirmado que “se precisasse faria de novo”. ⚖️ JULGAMENTO A acusação pediu a condenação nos termos da pronúncia. A defesa buscou a desclassificação de feminicídio para homicídio e, subsidiariamente, o reconhecimento da confissão espontânea e da violenta emoção provocada por ato injusto da vítima. Os jurados reconheceram materialidade, autoria e feminicídio, rejeitaram a absolvição e reconheceram ainda a causa de aumento relacionada ao recurso que dificultou a defesa da vítima. Willian foi condenado nos termos do art. 121-A do Código Penal. Na dosimetria, a pena-base foi estabelecida em 29 anos. A confissão espontânea foi compensada com a reincidência e, em razão da circunstância reconhecida pelos jurados, houve aumento de 1/3, chegando à pena definitiva de 38 anos e 8 meses de prisão, inicialmente em regime fechado. A execução da condenação pelo Tribunal do Júri foi determinada de imediato. 🏷️ TAGS: Tribunal do Júri, Tribunal do Júri DF, TJDFT, Júri do Paranoá, Paranoá DF, Willian Lopes, feminicídio, feminicídio DF, violência doméstica, homicídio, julgamento, réu confesso, condenação, 38 anos de prisão, Tribunal do Júri Brasília, crime no DF