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Linha Direta 09/11/2006 - Caso 1: Atraída para uma cilada - Caso 2: Negócio infeliz

Arquivo Linha Direta

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Linha Direta 09/11/2006 - Caso 1: Atraída para uma cilada - Caso 2: Negócio infeliz

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Programa do dia 09/11/2006 Caso 1 Moça foi trabalhar como auxiliar de embalagem numa fábrica e acabou se envolvendo com o gerente da empresa. Ele contou que estava se separando da mulher, dona de um salão de cabeleireiro. Era mentira. A mulher dele desconfiou da traição após verificar a conta telefônica do celular do marido e descobrir várias chamadas a cobrar. Ela contratou um detetive, que confirmou a traição e acabou fornecendo-lhe o nome e endereço da melhor amiga da garota. A mulher do gerente contratou a amiga da garota por R$500 para ajudá-la a assassinar a amante do marido. A amiga arranjou dois conhecidos para executarem o crime. A vítima foi morta e teve o corpo atirado num rio. A polícia chegou à autoria do crime. A mandante foi capturada e ficou presa durante alguns meses. Hoje, ela responde o processo em liberdade. A amiga da vítima também responde o processo em liberdade. Os dois executores estão presos. O crime aconteceu em Araras (SP). Caso 2 Um aposentado foi assassinado com quatro tiros disparados por um jovem a mando da dona de uma escola infantil que ocupava o imóvel da vítima. O crime aconteceu na cidade de Itaquaquecetuba (SP), em 4 de março de 2005. O aposentado foi morto em represália porque tentava há sete meses, depois de vencido o prazo contratual, despejar a inquilina por meio de uma ação de despejo. Ela não se conformava com o vencimento do contrato e iniciou uma série de brigas com a família do proprietário. No final, ela resolveu vingar-se encomendando sua morte O acusado de ser autor dos disparos mantinha um relacionamento amoroso com a dona da escola. Para chegar à escola, o assassino usou a moto do filho da locatária, mas foi preso em flagrante por um policial que abastecia o carro próximo ao local do crime. A dona do colégio fugiu momentos depois do assassinato e nunca mais foi encontrada. A ordem de despejo foi expedida pela Justiça uma semana após o crime.