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Morte de Alexandre, o Grande: últimos dias na Babilônia

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Morte de Alexandre, o Grande: últimos dias na Babilônia

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A morte de Alexandre, o Grande aconteceu na Babilônia, em junho de 323 antes de Cristo, quando ele tinha 32 anos. Naqueles dias, quem anotava o céu da cidade gravou na argila uma única linha, sem nome de rei: o rei morreu, nuvens. Com Arriano, Plutarco, Diodoro e Cúrcio Rufo, este episódio acompanha o aviso dos caldeus do outro lado do Tigre, os corvos nos muros, o banquete na casa de Médio e a febre que o diário real segue dia a dia. Depois vêm os soldados que passam um a um ao lado da cama, o anel entregue a Pérdicas, a resposta 'ao mais forte' e a pergunta que muita gente aprendeu na escola: foi veneno? Pelo relato de Plutarco, na hora ninguém suspeitou, e a acusação apareceu cinco anos depois, com Olímpia. Também entram as hipóteses modernas de Leo Schep e colegas (2014) e de Katherine Hall (2018), o carro fúnebre de 64 mulas, o desvio de Ptolomeu e o túmulo que até hoje ninguém sabe onde fica. Aqui seguimos, fonte por fonte, os últimos dias de reis e cidades da Antiguidade, como esta Babilônia de Alexandre, e quem quiser acompanhar as próximas histórias pode se inscrever no canal. Qual é a última palavra daquela linha de argila? Responda nos comentários: nuvens. 📚 Referências Arriano, Anábase 7.14, 7.16-17 e 7.24-27 — tradução de Aubrey de Sélincourt (Livius) e tradução de Chinnock (Wikisource) Plutarco, Vida de Alexandre 72-77 — tradução de Bernadotte Perrin (1919), em Perseus, Perseids e Lexundria Diário astronômico babilônico, mês de Aiaru de 323 a.C. — tradução e comentário de Livius; a página do Museu Britânico não pôde ser consultada Diodoro Sículo 17.117 e 18.26-28 e Cúrcio Rufo, livro 10 — texto original não consultado diretamente, apenas por meio de fontes secundárias Smith, Dictionary of Greek and Roman Biography (1890), verbete Medius Schep, Slaughter, Vale e Wheatley, Clinical Toxicology 52(1), 2014 — artigo original não consultado; conhecido por reportagens de Live Science, The Drinks Business e History News Network Katherine Hall, 'Did Alexander the Great Die from Guillain-Barré Syndrome?', The Ancient History Bulletin (2018) — página do artigo e reportagens de Fox News, Mental Floss e History Chugg, Ancient History Bulletin 19 (2005) — não consultado diretamente, citado pela Wikipedia Consultas de apoio: Wikipedia (Death of Alexander the Great, Tomb of Alexander the Great, Partition of Babylon), World History Encyclopedia (Wasson), Livius (Perdiccas), Greek City Times, Saudi Aramco World (2001), Suda On Line, History Skills, History of War, TheCollector, Universidad Pablo de Olavide (Processions and Empire) As imagens deste vídeo são recriações artísticas feitas para ilustrar os relatos antigos, não retratos fiéis das pessoas e dos lugares. ⏱️ Minutagem 00:00 Introdução 01:06 O aviso dos caldeus 02:12 O diário real em dúvida 03:18 O banquete de Médio 04:14 Febre, cama e soldados 05:21 Uma linha na argila 06:31 Crátero e a história do veneno 07:42 Corpo intacto e heléboro-branco 08:54 Guillain-Barré e o túmulo perdido 10:10 Para fechar: nuvens #mortedeAlexandre #AlexandreOGrande #Babilônia #HistóriaAntiga #GréciaAntiga #Macedônia #Arqueologia #ÚltimosDias