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Por que a meta glicêmica de 80–110 foi enterrada (e qual usar na UTI hoje)

UTI na Real

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Por que a meta glicêmica de 80–110 foi enterrada (e qual usar na UTI hoje)

458 просмотров · 13 дней назад
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Se sua resposta automática para "qual a meta glicêmica na UTI?" for 80–110, você está seguindo uma recomendação que a medicina levou mais de 20 anos e 30 mil pacientes randomizados para enterrar. Neste vídeo, eu reconstruo toda a história do controle glicêmico intensivo no paciente crítico — do estudo de Leuven (2001) ao TGC-Fast (2023) — e explico por que a meta apertada falhou, qual é o alvo que a evidência atual sustenta (140–180 mg/dL) e quais armadilhas de monitorização continuam matando paciente na prática. O que você vai aprender: Por que a hiperglicemia de estresse importa e a relação em U entre glicemia e mortalidade A fisiopatologia: por que tratar agressivamente também faz mal A linha do tempo completa: Leuven I, Leuven II, VISEP, Glucontrol, NICE-SUGAR e TGC-Fast A interpretação crítica: por que Leuven deu certo e NICE-SUGAR deu errado A conduta prática em 5 passos, baseada em SCCM 2024, ADA 2026 e Surviving Sepsis Campaign O subgrupo cirurgia cardíaca e o protocolo de Portland As armadilhas de monitorização (glicosímetro, hipoglicemia não detectada, variabilidade, CGM) Aviso: conteúdo educacional para profissionais de saúde. Não substitui julgamento clínico individual nem protocolos institucionais. As recomendações refletem as diretrizes citadas (SCCM 2024, ADA Standards of Care 2026, Surviving Sepsis Campaign 2021). Fontes principais: Van den Berghe et al. (Leuven I, NEJM 2001); NICE-SUGAR (NEJM 2009); TGC-Fast (NEJM 2023); meta-análise de dados individuais (NEJM Evidence 2024); diretrizes SCCM 2024; ADA Standards of Care 2026.