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ANTONIO CARREIRO Transe por Semiótica

Antonio Carreiro

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ANTONIO CARREIRO Transe por Semiótica

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Antonio Carreiro
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O transe é visto como parte integrante da natureza humana, pode ser desencadeado através de qualquer sistema simbólico presente na comunicação não verbal, expressa nas artes visuais, músicas, vestuário e gestos. Sua produção vai muito além do limite das palavras, torna-se também inter-relacionada com a semiótica (do grego semeiotiké) que significa a arte de interpretar o simbolismo expresso nos sinais, uma forma de comunicação universal entre o mundo consciente e inconsciente. Segundo Ferdinand Saussure a semiótica explora o estudo de signos e símbolos como parte significativa das comunicações, estuda como o indivíduo atribui significado a tudo o que está ao seu redor “sentindo” o que se passa, é uma percepção inconsciente, intuitiva, porém precisa. Exemplo: quando alguém, diante de outro, apenas com o olhar, “sente” como essa pessoa é ou o que quer fazer. A percepção semiótica é descrita como "ver com os olhos da mente" ou como "observador interno", um “vê além do olhar”, é quando algo é percebido por meios de signos sem atenção direta como acontece com intuições, impressões e até presságios que surgem de impulsividades inconscientes, aparentemente inexplicáveis e incompreensíveis, mas que avisa o que está acontecendo ou em vias de acontecer. A semiótica está sempre por trás quando alguém diz: "lá no fundo eu sei... meu sexto sentido é bom... minha intuição não falha... alguma coisa me diz..." Saber mais carreiro360.com