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Nódulo na bexiga: o que acontece depois da RTU e quando precisamos de BCG? | Dois casos diferentes

Dr. Eder Nisi Ilario | Uro-Oncologia

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Nódulo na bexiga: o que acontece depois da RTU e quando precisamos de BCG? | Dois casos diferentes

20 просмотров · 6 дней назад
Dr. Eder Nisi Ilario | Uro-Oncologia
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Um nódulo na bexiga geralmente precisa ser avaliado por RTU de bexiga, ou ressecção transuretral, para remover a lesão e obter material adequado para o anatomopatológico. Neste vídeo, mostro dois pacientes com câncer de bexiga não músculo-invasivo que seguiram caminhos diferentes após a RTU. No primeiro caso, o anatomopatológico mostrou um tumor pTa de baixo grau, classificado como baixo risco. A RTU completa foi o principal tratamento, seguida de acompanhamento com cistoscopia. No segundo, o diagnóstico foi pT1 de alto grau, um cenário de alto risco. Foi necessária uma re-RTU e, depois, tratamento com BCG intravesical e vigilância mais próxima. O ponto central é que não basta saber que existe um tumor na bexiga. A RTU bem realizada e o anatomopatológico permitem definir o risco individual, e o risco orienta o tratamento e o acompanhamento. O que você vai ver: 0:00 Nódulo na bexiga, qual é o próximo passo? 0:41 O que avaliamos durante a RTU 01:00 Paciente 1, pTa de baixo grau 01:58 Paciente 2, pT1 de alto grau 02:30 Por que fazer uma re-RTU? 02:57 Quando usamos BCG intravesical 03:38 Baixo risco x alto risco 04:07 Quatro pilares do controle Dr. Eder Nisi Ilario Urologia • Uro-Oncologia • Cirurgia Robótica CRM-SP 150.653 | RQE 66.503 Conteúdo educativo. Não substitui avaliação médica individual. #CancerDeBexiga #RTUdeBexiga #BCG