Nódulo na bexiga: o que acontece depois da RTU e quando precisamos de BCG? | Dois casos diferentes
Dr. Eder Nisi Ilario | Uro-Oncologia
0:00 / 0:00
Nódulo na bexiga: o que acontece depois da RTU e quando precisamos de BCG? | Dois casos diferentes
19 просмотров · 6 дней назад
Dr. Eder Nisi Ilario | Uro-Oncologia
3 подписчика
19 просмотров · 6 дней назад
Um nódulo na bexiga geralmente precisa ser avaliado por RTU de bexiga, ou ressecção transuretral, para remover a lesão e obter material adequado para o anatomopatológico.
Neste vídeo, mostro dois pacientes com câncer de bexiga não músculo-invasivo que seguiram caminhos diferentes após a RTU.
No primeiro caso, o anatomopatológico mostrou um tumor pTa de baixo grau, classificado como baixo risco. A RTU completa foi o principal tratamento, seguida de acompanhamento com cistoscopia.
No segundo, o diagnóstico foi pT1 de alto grau, um cenário de alto risco. Foi necessária uma re-RTU e, depois, tratamento com BCG intravesical e vigilância mais próxima.
O ponto central é que não basta saber que existe um tumor na bexiga. A RTU bem realizada e o anatomopatológico permitem definir o risco individual, e o risco orienta o tratamento e o acompanhamento.
O que você vai ver:
0:00 Nódulo na bexiga, qual é o próximo passo?
0:41 O que avaliamos durante a RTU
01:00 Paciente 1, pTa de baixo grau
01:58 Paciente 2, pT1 de alto grau
02:30 Por que fazer uma re-RTU?
02:57 Quando usamos BCG intravesical
03:38 Baixo risco x alto risco
04:07 Quatro pilares do controle
Dr. Eder Nisi Ilario
Urologia • Uro-Oncologia • Cirurgia Robótica
CRM-SP 150.653 | RQE 66.503
Conteúdo educativo. Não substitui avaliação médica individual.
#CancerDeBexiga #RTUdeBexiga #BCG