Pagaram 1,7 bilhão e os moradores não receberam
Anexo Sete
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Pagaram 1,7 bilhão e os moradores não receberam
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Anexo Sete
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Cinco bairros de Maceió foram esvaziados e 14.500 imóveis foram condenados. O relatório do Serviço Geológico do Brasil diz o que havia 900 metros abaixo: 35 cavernas abertas por 40 anos de extração de sal-gema, e a ausência de dados recentes de 27 delas. A Braskem acordou quase R$ 3 bilhões. Ninguém foi responsabilizado criminalmente.
CAPÍTULOS
00:00 A rua vazia
1:49 O que tem embaixo de Maceió
2:46 35 cavernas
4:33 As casas começam a rachar
5:09 O que o relatório concluiu
6:46 6,7 bilhões pedidos, 100 milhões bloqueados
8:09 Os acordos
9:38 O que continua em aberto
FONTES
Serviço Geológico do Brasil (CPRM), "Perguntas e Respostas sobre o Relatório Técnico", 2019: https://www.sgb.gov.br/
Portarias dos Ministérios de Minas e Energia e do Desenvolvimento Regional, 11/01/2019
Acordo de R$ 1,7 bilhão com a Prefeitura de Maceió, homologado pela Justiça Federal, julho de 2023
Acordo de R$ 1,2 bilhão com o Estado de Alagoas, novembro de 2025
Colapso da mina 18, sob a lagoa Mundaú, 10/12/2023
O número de pessoas removidas não é consenso: as contas públicas variam entre 35 mil e 60 mil. Por isso o vídeo usa o dado firme, que é o de imóveis condenados.
ACERVO E CRÉDITOS
Vídeo "Rota de Fuga", de Vicente Brasileiro (CC BY 3.0)
Imagens do protesto, de TVCOM Maceió (CC BY 3.0)
Foto do bairro Pinheiro, de Myllena Azevedo (CC BY 2.0)
Documentos do Serviço Geológico do Brasil (CPRM)
Anexo Sete: casos reais que nunca fecharam.