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Por Que Mineradoras Australianas Estão de Olho no Sul de Minas

Por trás do m²

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Por Que Mineradoras Australianas Estão de Olho no Sul de Minas

243 просмотра · 8 дней назад
Por trás do m²
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Debaixo de Poços de Caldas, no sul de Minas, existe uma argila mole que o mundo inteiro quer comprar: dentro dela estão terras raras, os elementos dos ímãs de carros elétricos, turbinas eólicas, celulares e sistemas de defesa. A China controla cerca de 91% do refino e 94% da produção de ímãs, e mineradoras australianas querem quebrar esse monopólio a partir do Brasil. Neste vídeo mostramos os números reais por trás da corrida: o estudo de viabilidade do projeto Colossus (cerca de 6 bilhões de reais de valor presente líquido), a compra da Meteoric pela Lynas anunciada em 1º de outubro, a primeira remessa de carbonato brasileiro para um laboratório de ímãs em Lagoa Santa e a disputa sobre quem vai processar essa riqueza. E também o outro lado: uma frente de lavra a cerca de 300 metros de casas e escolas, as 93 nascentes citadas por moradores e ambientalistas, a antiga mina de urânio de Caldas e o pedido do Ministério Público Federal para suspender o licenciamento até um parecer sobre radioatividade. Dá pra ter desenvolvimento e proteção ao mesmo tempo? Os dados vêm de estudos das próprias empresas, de órgãos públicos e de reportagens, com as atribuições indicadas no vídeo. Ninguém aqui está sendo acusado de nada: é uma decisão ainda em aberto. Se você quer entender a geografia do dinheiro e como esses megaprojetos afetam o território antes que virem notícia comum, se inscreva no Por Trás do m². Toda semana desmistificamos a infraestrutura e o capital no Brasil. Qual a sua opinião: o Brasil deve acelerar ou esperar os estudos? Conta nos comentários. #terrasraras #pocosdecaldas #mineração #geopolítica #sulDeMinas