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Do Porto ao Douro | Fado festivo do Norte, Porto e Douro

Ritmo & Saudade

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Do Porto ao Douro | Fado festivo do Norte, Porto e Douro

305 просмотров · 13 дней назад
Ritmo & Saudade
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Du Porto au Douro, laissez la fête commencer et vibrez au rythme des bombos et de la concertina ! Do Porto ao Douro, deixa a festa começar e vibra ao som dos bombos e da concertina! « Do Porto ao Douro » est une chanson portugaise festive et chaleureuse, un fado moderne qui célèbre le Nord du Portugal. Entre concertina, bombos et guitares portugaises, ce crescendo joyeux vous emmène de la Ribeira à l'aube au pont Dom Luís, puis sur la route des vins du Douro entre socalcos dorés, Peso da Régua et Pinhão. Un hymne à la fête de village, au vin du Porto, à la francesinha et à la gastronomie du Nord, où chaque table accueille un ami de plus. Une musique portugaise authentique et dansante pour chanter « Viva o Norte » toute la nuit ! « Do Porto ao Douro » é uma canção portuguesa festiva e cheia de alma, um fado moderno que celebra o Norte de Portugal. Ao som da concertina, dos bombos e das guitarras portuguesas, viajamos da Ribeira ao amanhecer até à ponte D. Luís, e depois pela estrada dos vinhos entre os socalcos dourados do Douro, Peso da Régua e Pinhão. É um hino à festa no terreiro, ao vinho do Porto, à francesinha, às tripas à moda do Porto e ao caldo verde, onde há sempre lugar para mais um companheiro. Uma música portuguesa autêntica e dançante para cantar « Viva o Norte » a noite inteira! Et vous, quel est votre coin préféré du Nord du Portugal, le Porto ou le Douro ? 🔔 Abonne-toi à Ritmo & Saudade et active la cloche pour ne rater aucune nouvelle chanson ! 🎵 Ritmo & Saudade — Música que se sente e se dança. Chapitres : 0:00 Intro 0:29 Couplet 1 0:56 Refrain 1 1:37 Pont 1:50 Couplet 2 2:18 Refrain 2 2:58 Break instrumental 3:01 Couplet 3 3:32 Couplet 4 4:07 Pont dansé 4:20 Refrain 3 4:48 Refrain final 5:15 Outro Paroles complètes : Ó gente do Norte, venham daí! Do Porto ao Douro, vamos cantar! Ai, vamos cantar. Ai, vamos dançar. Acordei com o Porto à minha janela, A Ribeira brilhava tão bonita e tão bela. Um barco Rabelo atravessava o rio, Levando memórias no amanhecer frio. Descei até aos Clérigos, fui caminhar pelas velhas ruas que descem até ao mar. E quando a noite cai sobre a ponte de D. Luís, o Norte abre os braços e eu volto a ser feliz. Toca a concertina, bate o coração. Ergue o teu copo, começa a canção. Quando o bombo chama, ninguém fica atrás. Quem nasceu no Norte sabe bem como se faz. Do Porto ao Douro vamos celebrar. Entre vinhas e montanhas, vamos todos cantar. Traz o vinho, traz o pão, Põe a mesa no terreiro que no Norte há sempre lugar para mais um companheiro. Do Porto ao Douro, deixa a festa começar. Bate o pé, dá uma volta, Ninguém pode ficar. Com orgulho e alegria cantamos noite inteira: Viva o Norte, viva a nossa terra verdadeira. Ai, ai, ai, toca a concertina. Ai, ai, ai. O Douro ilumina. Ai, ai, ai. Bate o coração. Viva o Norte e a nossa tradição. Pela estrada dos vinhos começo a subir, Entre socalcos dourados que parecem não ter fim. Peso da Régua, Pinhão à beira-rio. Cada quinta guarda um segredo antigo. As uvas nascem fortes debaixo daquele sol. O Douro corre lento como uma canção. E dentro de cada copo de vinho do Porto há trabalho, Há família, há memória e coração. Toca a concertina, bate o coração. Ergue o teu copo, começa a canção. Quando o bombo chama, ninguém fica atrás. Quem nasceu no Norte sabe bem como se faz. Do Porto ao Douro vamos celebrar. Entre vinhas e montanhas, vamos todos cantar. Traz o vinho, traz o pão, Põe a mesa no terreiro que no Norte há sempre lugar para mais um companheiro. Do Porto ao Douro, deixa a festa começar. Bate o pé, dá uma volta, Ninguém pode ficar. Com orgulho e alegria cantamos noite inteira: Viva o Norte, viva a nossa terra verdadeira. Quem quer dançar? Eu quero, quero. Quem quer cantar? Nós vamos cantar. E quem é do Norte? Não sabe parar. Venha a francesinha, o molho a ferver. Tripas à moda do Porto para a família comer. Caldo verde na panela, broa acabada de cortar e uns rojões bem servidos para a noite começar. Há bacalhau na mesa e vinho verde a acompanhar. Um café bem apertado para a conversa continuar. No Norte, quem chega cansado ou viajante, Senta-se como amigo e sai de lá como parente. Terra de gente com mãos de trabalhador, De palavra verdadeira e de enorme valor. Podemos ir para longe, podemos atravessar o mar, Mas basta ouvir os bombos para querer regressar. Do Minho a Trás-os-Montes, do Porto ao Marão Cada aldeia guarda um pedaço do coração. E mesmo longe da terra onde aprendemos a viver, O Norte mora dentro de nós até morrer. Uma volta. Outra volta. Toda a gente a dançar. Um passo, dois passos. Ninguém pode parar. […] (Paroles complètes dans les sous-titres de la vidéo.) #RitmoESaudade #MusiquePortugaise #FadoModerno