Do Porto ao Douro | Fado festivo do Norte, Porto e Douro
Ritmo & Saudade
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Do Porto ao Douro | Fado festivo do Norte, Porto e Douro
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Ritmo & Saudade
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Du Porto au Douro, laissez la fête commencer et vibrez au rythme des bombos et de la concertina !
Do Porto ao Douro, deixa a festa começar e vibra ao som dos bombos e da concertina!
« Do Porto ao Douro » est une chanson portugaise festive et chaleureuse, un fado moderne qui célèbre le Nord du Portugal. Entre concertina, bombos et guitares portugaises, ce crescendo joyeux vous emmène de la Ribeira à l'aube au pont Dom Luís, puis sur la route des vins du Douro entre socalcos dorés, Peso da Régua et Pinhão. Un hymne à la fête de village, au vin du Porto, à la francesinha et à la gastronomie du Nord, où chaque table accueille un ami de plus. Une musique portugaise authentique et dansante pour chanter « Viva o Norte » toute la nuit !
« Do Porto ao Douro » é uma canção portuguesa festiva e cheia de alma, um fado moderno que celebra o Norte de Portugal. Ao som da concertina, dos bombos e das guitarras portuguesas, viajamos da Ribeira ao amanhecer até à ponte D. Luís, e depois pela estrada dos vinhos entre os socalcos dourados do Douro, Peso da Régua e Pinhão. É um hino à festa no terreiro, ao vinho do Porto, à francesinha, às tripas à moda do Porto e ao caldo verde, onde há sempre lugar para mais um companheiro. Uma música portuguesa autêntica e dançante para cantar « Viva o Norte » a noite inteira!
Et vous, quel est votre coin préféré du Nord du Portugal, le Porto ou le Douro ?
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🎵 Ritmo & Saudade — Música que se sente e se dança.
Chapitres :
0:00 Intro
0:29 Couplet 1
0:56 Refrain 1
1:37 Pont
1:50 Couplet 2
2:18 Refrain 2
2:58 Break instrumental
3:01 Couplet 3
3:32 Couplet 4
4:07 Pont dansé
4:20 Refrain 3
4:48 Refrain final
5:15 Outro
Paroles complètes :
Ó gente do Norte, venham daí!
Do Porto ao Douro, vamos cantar!
Ai, vamos cantar.
Ai, vamos dançar.
Acordei com o Porto à minha janela,
A Ribeira brilhava tão bonita e tão bela.
Um barco Rabelo atravessava o rio,
Levando memórias no amanhecer frio.
Descei até aos Clérigos, fui caminhar pelas velhas ruas que descem até ao mar.
E quando a noite cai sobre a ponte de D.
Luís, o Norte abre os braços e eu volto a ser feliz.
Toca a concertina, bate o coração.
Ergue o teu copo, começa a canção.
Quando o bombo chama, ninguém fica atrás.
Quem nasceu no Norte sabe bem como se faz.
Do Porto ao Douro vamos celebrar.
Entre vinhas e montanhas, vamos todos cantar.
Traz o vinho, traz o pão,
Põe a mesa no terreiro que no Norte há sempre lugar para mais um companheiro.
Do Porto ao Douro, deixa a festa começar.
Bate o pé, dá uma volta,
Ninguém pode ficar.
Com orgulho e alegria cantamos noite inteira:
Viva o Norte, viva a nossa terra verdadeira.
Ai, ai, ai, toca a concertina.
Ai, ai, ai.
O Douro ilumina.
Ai, ai, ai.
Bate o coração.
Viva o Norte e a nossa tradição.
Pela estrada dos vinhos começo a subir,
Entre socalcos dourados que parecem não ter fim.
Peso da Régua, Pinhão à beira-rio.
Cada quinta guarda um segredo antigo.
As uvas nascem fortes debaixo daquele sol.
O Douro corre lento como uma canção.
E dentro de cada copo de vinho do Porto há trabalho,
Há família, há memória e coração.
Toca a concertina, bate o coração.
Ergue o teu copo, começa a canção.
Quando o bombo chama, ninguém fica atrás.
Quem nasceu no Norte sabe bem como se faz.
Do Porto ao Douro vamos celebrar.
Entre vinhas e montanhas, vamos todos cantar.
Traz o vinho, traz o pão,
Põe a mesa no terreiro que no Norte há sempre lugar para mais um companheiro.
Do Porto ao Douro, deixa a festa começar.
Bate o pé, dá uma volta,
Ninguém pode ficar.
Com orgulho e alegria cantamos noite inteira:
Viva o Norte, viva a nossa terra verdadeira.
Quem quer dançar?
Eu quero, quero.
Quem quer cantar?
Nós vamos cantar.
E quem é do Norte?
Não sabe parar.
Venha a francesinha, o molho a ferver.
Tripas à moda do Porto para a família comer.
Caldo verde na panela, broa acabada de cortar e uns rojões bem servidos para a noite começar.
Há bacalhau na mesa e vinho verde a acompanhar.
Um café bem apertado para a conversa continuar.
No Norte, quem chega cansado ou viajante,
Senta-se como amigo e sai de lá como parente.
Terra de gente com mãos de trabalhador,
De palavra verdadeira e de enorme valor.
Podemos ir para longe, podemos atravessar o mar,
Mas basta ouvir os bombos para querer regressar.
Do Minho a Trás-os-Montes, do Porto ao Marão
Cada aldeia guarda um pedaço do coração.
E mesmo longe da terra onde aprendemos a viver,
O Norte mora dentro de nós até morrer.
Uma volta.
Outra volta.
Toda a gente a dançar.
Um passo, dois passos.
Ninguém pode parar.
[…]
(Paroles complètes dans les sous-titres de la vidéo.)
#RitmoESaudade #MusiquePortugaise #FadoModerno