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Debaixo da Oliveira | Fado moderne, guitare portugaise et saudade

Ritmo & Saudade

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Debaixo da Oliveira | Fado moderne, guitare portugaise et saudade

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Ritmo & Saudade
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Sous le vieil olivier où sa mère chantait, une voix de saudade rassemble tout le village au crépuscule. Debaixo da velha oliveira onde a mãe cantava, uma voz de saudade reúne toda a aldeia ao entardecer. « Debaixo da Oliveira » est une chanson portugaise au parfum de fado moderne, chaleureuse et nostalgique, portée par la guitare portugaise et une voix pleine de saudade. Sous un olivier ancien, au crépuscule d'un village aux murs blanchis à la chaux, une femme se souvient de sa mère qui chantait là. Entre le pain dans le sac, le foulard hérité et le désir du retour, le refrain « Canta, terra » invite toute l'aldeia à s'éveiller, une chaise de plus tirée pour ceux qui ont la nostalgie. Une tendresse naissante, la mémoire de la terre et la force du chant partagé font de ce fado une ode à l'appartenance et aux racines portugaises. « Debaixo da Oliveira » é uma canção portuguesa de fado moderno, quente e nostálgica, com guitarra portuguesa e uma voz cheia de saudade. Debaixo de uma oliveira antiga, ao entardecer numa aldeia de paredes caiadas, uma mulher recorda a mãe que ali cantava. Entre o pão no saco, o lenço herdado e a vontade antiga de voltar ao que é seu, o refrão « Canta, terra » convida toda a aldeia a despertar, puxando mais uma cadeira para quem tem saudades. Com uma ternura que nasce na estrada e a memória da terra, este fado é um hino às raízes, ao pertencer e ao canto partilhado de casa em casa. Et vous, quel endroit de votre village ou de votre enfance vous remplit de saudade quand vous l'imaginez ? 🔔 Abonne-toi à Ritmo & Saudade et active la cloche pour ne rater aucune nouvelle chanson ! 🎵 Ritmo & Saudade — Música que se sente e se dança. Chapitres : 0:00 Intro 0:16 Couplet 1 0:48 Couplet 2 1:04 Refrain 1 1:36 Couplet 3 2:08 Couplet 4 2:23 Refrain 2 2:54 Break instrumental 3:03 Couplet 5 3:34 Couplet 6 4:05 Refrain 3 4:37 Outro 5:01 Final instrumental Paroles complètes : Debaixo da oliveira Onde a minha mãe cantou. Ficou a sombra à minha espera, Ficou o tempo que passou. A tarde desce na aldeia, Há cadeiras no portal. Uma janela entreaberta deixa ouvir um velho cantar. Trago o pão dentro do saco, Trago o lenço que era teu. E uma vontade tão antiga de voltar ao que é meu. Canta, terra, canta comigo, que a noite já vem devagar. Enquanto houver quem responda, há sempre razão para cantar. Leva a voz de casa em casa, Deixa a rua despertar. Quem tem saudades à mesa, puxa uma cadeira a mais. Tu chegaste pela estrada com a camisa cor de linho. Eu fingi que não te via, Mas guardei-te o meu caminho. Deste a mão à minha mão sem ter nada que dizer. E a aldeia ficou pequena para tanto bem-querer. Não me tragas uma estrela, nem promessas de outro lugar. Traz o riso dos domingos e algum tempo para ficar. Canta, terra, canta comigo, Que a noite já vem devagar. Enquanto houver quem responda, há sempre razão para cantar. Leva a voz de casa em casa, Deixa a rua despertar. Quem tem saudades à mesa, puxa uma cadeira a mais. Há caminhos entre os campos Que conheço sem olhar. Pelas marcas dos meus passos, pelo cheiro do pomar. E se um dia eu for embora, Levo a terra na memória. Cada voz que aqui se junta Vai comigo, conta a história. Quem ficou à minha espera, uma luz junto ao portão. Quem me chama lá de longe, Quem te guarda no coração. E se a voz me faltar, Nós cantamos ao teu lado. Ninguém fica sem caminho quando caminha acompanhado. Canta, terra, canta comigo, Que a noite já vem devagar. Enquanto houver quem responda, há sempre razão para cantar. Leva a voz de casa em casa, Deixa a rua despertar. Quem tem saudades à mesa, puxa uma cadeira a mais. Debaixo da oliveira, Já se ouve alguém chegar. Deixa a porta encostada, hoje há mais uma voz a cantar. Hoje há mais uma voz a cantar. A Cantar. #RitmoESaudade #Fado #MusicaPortuguesa