Melkor e a Maldição de Húrin
Thierry
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Melkor e a Maldição de Húrin
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Sendo incapaz de quebrar o espírito do humano Húrin pela força, Melkor o acorrentou no topo de Thangorodrim para testemunhar a ruína de sua linhagem. Com um sadismo meticuloso, ele teceu os destinos de Túrin e Nienor, guiando-os ao desespero, ao incesto e à morte. Para o Senhor Sombrio, essa tortura psicológica era a prova viva de sua supremacia sobre o destino.
[Intro]
[Instrumental: ominous low strings and brass, brief orchestral introduction]
[Verse 1]
No cume de Thangorodrim, Húrin foi preso,
Mas não curvou a fronte ao trono aceso.
Melkor quis quebrar-lhe a vontade no aço;
Encontrou só desprezo, firme no abraço.
[Pre-Chorus]
“Olha”, rugiu, “teu sangue vai ruir;
Verás cada herdeiro ao abismo cair.”
E o rei das trevas, paciente e cruel,
Fez do destino uma lâmina fiel.
[Chorus]
Não dobrou Húrin — voltou-se ao seu lar,
Tecendo a desgraça que iria alcançar.
Túrin e Nienor, por trilhas de dor,
Perdidos na névoa, sem nome e sem cor.
Melkor, senhor da sentença e do fim,
Chamou de vitória o mal que urdiu assim.
[Verse 2]
Soprou sobre Túrin, desviou-lhe a estrada;
Cada escolha, uma porta trancada.
Nienor, sem memória, cruzou seu caminho;
O sangue os uniu sem saber o destino.
Quando a verdade rasgou o véu frio,
Restou-lhes a morte, o silêncio vazio.
[Bridge]
[Voice: Smeagol, sly and broken]
“Ele vê… ele sabe… não há como fugir.
O fio já foi dado; só resta seguir.”
[Main Vocal]
Do alto, Húrin viu a linhagem tombar;
Nem a dor conseguiu seu espírito dobrar.
Melkor contou cada perda, cada ferida,
E chamou supremacia à ruína de uma vida.
[Final Chorus]
Não dobrou Húrin — voltou-se ao seu lar,
Tecendo a desgraça que iria alcançar.
Túrin e Nienor, por trilhas de dor,
Perdidos na névoa, sem nome e sem cor.
Melkor, senhor da sentença e do fim,
Chamou de vitória o mal que urdiu assim.
[Outro]
Húrin não cedeu.
O destino sangrou.
E a sombra sorriu.