Fraude no seguro, é uma conta que é de todos | Certta + MIT SMR Brasil
MIT Sloan Review Brasil
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Fraude no seguro, é uma conta que é de todos | Certta + MIT SMR Brasil
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Neste videocast promovido pela Certta em parceria com a MIT Sloan Management Review Brasil, Christye Cantero recebe Felippe Pinheiro, Guilherme Pereira e Roberto Ferlis para discutir por que a fraude em seguros deixou de ser um desvio pontual no sinistro e passou a operar como atividade organizada, digitalizada e escalável. A conversa parte do tamanho atual dessa conta — R$ 3,36 bilhões em sinistros sob suspeita de fraude só no primeiro semestre de 2025, mais de 15% de tudo que seguradoras e operadoras pagaram no período — e chega à pergunta que organiza o debate: como transformar a prevenção em uma infraestrutura contínua, que acompanha o segurado da contratação até o sinistro, sem tratar todo cliente como suspeito.
Ao longo do episódio, os convidados mostram como a digitalização e a IA generativa
derrubaram o custo de falsificar um documento e industrializaram a fraude, enquanto os
processos de análise seguem, em boa parte do mercado, manuais e por amostragem. Na
saúde suplementar, onde não existe limite de reembolso ou de utilização e o volume de
atendimentos torna inviável conferir a veracidade de cada nota, a perda anual com fraude e
desperdício chega a R$ 34 bilhões, quase 13% da receita das operadoras — um custo que
recai sobre os mais de 50 milhões de beneficiários do sistema. O debate passa ainda pela
fraude por decisão judicial, pela fraude interna alimentada por crime organizado e pelo que
a regulação recente muda na prática: quanto menos tempo a operadora tem para decidir
depois, mais inteligência ela precisa construir antes.
Você vai entender:
■ O que mudou na natureza da fraude quando a digitalização e a IA generativa baixaram o
custo de falsificar documentos;
■ Por que a saúde suplementar se tornou o elo mais exposto e como o judiciário entrou
nessa equação;
■ Como calibrar fricção com abordagem baseada em risco — o controle certo, no risco
certo, no momento certo;
■ Por que a fraude interna e o aliciamento de funcionários por facções são o ponto cego
menos discutido nas empresas;
■ Como um hub com camadas integradas de documentoscopia, biometria e prova de vida
muda a taxa de aprovação indevida;
■ Até onde vai o compartilhamento de dados entre concorrentes, o que a LGPD já autoriza
na prevenção à fraude e o papel do open finance.
Este é um episódio para executivos e líderes de prevenção a fraudes, subscrição, sinistro,
compliance, jurídico e tecnologia em seguradoras, operadoras e prestadores. Mais do que
dimensionar a perda, a conversa expõe o desequilíbrio de velocidade entre quem frauda e
quem se defende — e aponta onde estão os ganhos reais: contexto em vez de mais controle,
cooperação setorial em vez de análise isolada e conscientização do beneficiário sobre o
mutualismo que sustenta o sistema.
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compartilhe com quem atua na interseção entre risco, prevenção, regulação e experiência
do cliente.
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